Boa noticia! 835 trabalhadores de saúde africanos da Nigéria, Etiópia, Quênia, Republica Democrática do Congo no combate ao ebola

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835 trabalhadores de saúde – médicos , enfermeiros, paramédicos, epidemiologistas e outros profissionais – formaram a equipe da “União Africana para o combate do surto de Ebola na África Ocidental” (ASEOWA), composta por profissionais da Nigéria, Etiópia, Quênia, Republica Democrática do Congo e dos países afetados pela epidemia na Serra Leoa, Libéria e Guiné.

A doença causada pelo vírus Ebola afetou principalmente três países da África Ocidental e atraiu muita atenção na reunião dos Chefes de Estado e de Governo.

A  presidente da Comissão da União Africana,  Dra Nkosazana Dlamini Zuma, elogiou o trabalho dos 835 trabalhadores de saúde africanos, que foram distribuídos para a Guiné, Libéria e Serra Leoa, sob a bandeira do apoio da União Africana para o combate do surto de Ebola na África Ocidental (ASEOWA). Ela também estendeu  sua gratidão ao chefe da missão ASEOWA, Dr Júlio Oketta, e do setor privado africano, que está levantando fundos para manter esses profissionais no campo até que os países afetados sejam declarados livre do Ebola. Há sinais de que devido ao trabalho que vêm desenvolvendo a crise do Ebola agora  diminuiu os casos de infecção e morte pela doença.

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One thought on “Boa noticia! 835 trabalhadores de saúde africanos da Nigéria, Etiópia, Quênia, Republica Democrática do Congo no combate ao ebola

  1. È difícil não levar em consideração o estado de saúde de uma população quando se discute o desenvolvimento da nação.Percebo que os estados africanos,não tem levado isso muito a sério.O continente africano é rico em recursos naturais e miserável em investimento em saúde da sua população.As doenças não vem por acaso,mas,por condições favoráveis ao desenvolvimento dos patógenos necessários para essa ou aquela doença.A educação em saúde é fundamental, seja qual for o nivel de desenvolvimento de um país.o continente africano é o único lugar na terra, onde as doenças transmissíveis, como DST, sarampo, tuberculose, ebola, diarréia matam muito mais do que as doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão arterial, derrame, cancer e as doenças cardiácas.Acompanho os noticiários sobre os países africanos e não vejo muita preocupação com a questão da morbimortalidade, fatores de risco e educação em saúde.Na verdade, o que é prioritário para a população africana que vive diariamente com a fome, as doenças, a falta de acesso a água potável e a eletricidade, a inexistencia de um projeto de saneamento básico, ou de um programa de habitação ou de educação?
    Gilka Santos

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