Muhammadu Buhari, candidado à presidência da Nigéria, discursa contra a corrupção

0000000O candidato presidencial do partido All Progressists Congress (APC), o Major-General Muhammadu Buhari (IDT), afirmou em discurso proferido em Chatham House, ontem, em Londres, que, se eleito, não tolerará ninguém que pratique a corrupção em sua administração. Ele garantiu que iria liderar o  processo contra a corrupção, com a força do seu exemplo pessoal.

No discurso intitulado “As perspectivas para a consolidação democrática em África: Transição da Nigéria”, Buhari, que é o candidato da oposição ao atual presidente, Goodluck Jonathan, prometeu que iria abrir a economia do país.

Não haverá nenhuma confusão a respeito de onde eu estou. Corrupção não terá lugar e os corruptos não serão nomeados em minha administração. Em primeiro lugar, vamos tampar os buracos no processo orçamental. Entidades geradoras de receita serão divulgadas publicamente e auditadas regularmente. 

  “Às instituições de Estado dedicadas à luta contra a corrupção será dada a independência e autoridade do Ministério Público, sem interferência política. Mas devo enfatizar que qualquer guerra travada contra a corrupção não deve ser interpretada como ajuste de contas antigas ou uma caça às bruxas. Eu estou concorrendo para ser o presidente que irá liderar a Nigéria para a prosperidade e não à adversidade “.

Continuando, ele argumentou: “Em face das receitas cada vez menores, um bom começo para para recuperar a economia da Nigéria é abordar rapidamente dois males que incharam  a atual administração: o desperdício e a corrupção. E, ao fazer isso, eu vou, na reforma da economia, utilizar a poupança  e as receitas recuperadas da corrupção para financiar programas sociais, educação, saúde e redes de segurança, tais como refeições escolares gratuitas para crianças, combater o desemprego e garantir pensões aos idosos.

“Como um partido progressista, temos de reformar a nossa economia política para liberar a engenhosidade reprimida e a produtividade do povo nigeriano libertando-o, assim, da maldição da pobreza. Vamos buscar uma economia liderada pelo setor privado, mas manter o papel ativo do governo, através de uma forte supervisão regulamentar e intervenções deliberadas e incentivos para diversificar a base da nossa economia, fortalecer os setores produtivos, melhorar as capacidades produtivas do nosso povo e criar empregos para a nossos jovens.

Em suma, vamos executar uma economia funcional impulsionada por uma visão de mundo que vê o crescimento não como um fim em si, mas como uma ferramenta para criar uma sociedade que funcione para todos, ricos e pobres. Em 28 de março, a Nigéria tem uma decisão a tomar. Votar pela continuidade ou o fracasso ou  eleger mudança progressiva. Acredito que as pessoas vão escolher com sabedoria.

Ele descreveu reivindicações de prosperidade econômica e crescimento sob a administração liderada pelo Presidente Jonathan como mais do crescimento do papel, adicionando-se um crescimento por conta da má gestão, devassidão e corrupção, que não tem legado nada para o desenvolvimento humano ou prosperidade partilhada.

Quanto ao grupo de insurgência Boko Haram, Buhari disse que era lamentável que a ameaça tinha infelizmente colocado a Nigéria no mapa do terrorismo, devido à morte prematura de mais de 13.000 nigerianos.

Afirmou que  a administração liderada pelo presidente Jonathan fez pouco para conter o grupo islâmico. Sob sua presidência, a Nigéria não seria apenas um lugar seguro, mas  recuperaria o seu papel estabilizador na África.

Ele disse: “O que tem sido consistentemente dito é a  falta de uma  liderança necessária em nossa batalha contra a insurgência. Eu, como um general aposentado e ex-Chefe de Estado, conheço nossos soldados: eles são capazes, bem treinados, patrióticos, corajosos e sempre prontos para fazer o seu dever no serviço do nosso país.

Vocês todos podem testemunhar o papel  de nossos militares na Birmânia, na República Democrática do Congo, em Serra Leoa, na Libéria,  em Darfur e em muitas outras operações de manutenção da paz em várias partes do mundo. Mas no caso dessa revolta,  nossos soldados não receberam o apoio nem os incentivos necessários para fazer face a este problema. O governo também falhou em dispensar o esforço, no sentido de uma resposta multi-dimensional para este problema, o que levou a uma situação em que já se tornaram dependentes de nossos vizinhos para vir em nosso socorro.

“Deixe-me assegurar-lhes que, se for eleito presidente, o mundo não terá nenhum motivo para se preocupar com a Nigéria. A Nigéria irá retomar seu papel estabilizador na África Ocidental, e nenhum centímetro do território nigeriano vai ser perdido para o inimigo, porque vamos prestar atenção especial ao bem-estar de nossos soldados dentro e fora de serviço; vamos dar-lhes armas adequada e modernas e munições para trabalhar,; vamos melhorar a recolha de informações e o controle nas fronteiras para sufocar canais de financiamento e equipamentos para o Boko Haram. Vamos ser duros contra o terrorismo e suas causas profundas, iniciando um plano de desenvolvimento econômico geral de promoção do desenvolvimento de infra-estruturas, a criação de emprego , agricultura e indústria nas áreas afetadas. Nós sempre vamos agir a tempo e não permitir que problemas agravarem-se de forma irresponsável, e eu, Muhammadu Buhari, sempre vou estar à frente para fazer a Nigéria voltar a seu papel de liderança nos esforços regionais e internacionais para combater o terrorismo.

Angola aperta os cintos

A descida acentuada do preço do petróleo no mercado internacional obrigou a uma revisão do Orçamento Geral do Estado de Angola e a adoção de medidas prudenciais destinadas a não comprometer os objetivos econômicos e sociais do Executivo.

Nova realidade gerada pela diminuição das receitas com a venda do petróleo e a revisão do OGE apenas confirma que os gestores, de uma maneira geral, devem procurar assumir uma atitude pelo Executivo de que há a necessidade da parcimônia na gestão e o dever de cuidado na conservação dos bens públicos.

Os tempos que correm são, portanto, de se exigir uma maior responsabilidade nessa matéria. Numa conjuntura de menos recursos, o gestor público deve trabalhar mais e melhor, mas mantendo os bons resultados que vinha conseguindo.

A ordem para os gestores de empresas e do setor público maximizar lucros e fazer uma gestão correta das verbas obtidas. Muitas empresas públicas podem ser geradoras de ativos que ajudam a crescer a economia.Luanda, der Hauptstadt der Republik Angola

Não foi por acaso que o Presidente da República se referiu, na mensagem aos deputados, à necessidade de elevação dos níveis de eficiência dos órgãos do Estado e das empresas públicas: “a realização dos objetivos do OGE revisto de 2015 implica um esforço redobrado na qualidade e racionalização dos gastos públicos”.

Enfim um choque de gestão: racionalização da despesa e a inovação são  desafios para as empresas públicas. O esforço de obtenção de novos ganhos para a atividade econômica nacional é também uma necessidade  segundo as autoridades angolanas para os operadores privados que contribuem para o crescimento e o aumento da riqueza angolana.

A hipocrisia das criticas ao carnaval vitorioso da Beija Flor

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Desde a escolha do tema enredo do carnaval da Beija Flor, Guiné Equatorial, começaram as críticas, que foram aumentando de intensidade na semana do carnaval e depois do desfile.

Homenagear países não é novidade –  Bolívia, Japão, Moçambique, Suíça, Cuba, Itália, Holanda, Portugal, França e poderemos desfilar diversos temas relativos ao continente africano.

Mas ao desfilar com a temática de um país africano surgiram diversos arrazoados sobre a Guiné Equatorial, com posições de censura e confusões sobre a que Guiné estavam se referindo. Alguns comentaristas confundiam com Guiné Bissau e com Guiné. Para muitos, a Africa ainda é vista como um um único país. E os nomes e a localização ajudam na confusão para compreender do que está se falando.

Ao assistir ao enredo sobre Guiné Equatorial, percebe-se que é um enredo da negritude, que se encaixa de forma genérica na imagem de uma Africa mítica, não  uma Africa contemporânea, com seus avanços e problemas. Um discurso que caminha para exaltação da natureza, e, nas palavras dos diretores da Escola, a exaltação da cultura e da alma africana. Uma mistura de símbolos e valores de diversas regiões da Africa.

Há trechos no samba enredo que mostram esta generalidade e lugar comum de se ver a Africa

O invasor singrou o mar,
Partiu em busca de riquezas
E encontrou nesse lugar
Novas índias, outras realezas
Destino trocado, tratado se faz
Marejam os olhos dos ancestrais

Pelo verso a imagem serve para praticamente todos os países africanos da Costa Ocidental, não se percebe nada que distinga Guiné Equatorial. E para falar da imagem da Africa recorre-se inevitavelmente à escravidão.

Nego canta, nego clama liberdade
Sinfonia das marés saudade
Um africano rei que não perdeu a fé
Era meu irmão, filho da guiné

Formosa divina ilha testemunha dos grilhões
Eu vi a escravidão erguer nações
Mas a negritude se congraça
A chama da igualdade não se apaga
Olha a morena na roda e vem sambar
Na ginga do balelé, cores no ar
Dessa mistura, eu faço o carnaval,
canta Guiné Equatorial
Criança, levanta a cabeça e vai embora
O mar que trouxe a dor riqueza aflora
Tem uma família agora
Quem beija essa flor não chora

Bela poesia, inegavelmente um belo samba, e ao ver a Escola se perguntaria, por que de tanta crítica ao enredo. O espanto surge sobre dois aspectos que foram ressaltados nas duras críticas.

O primeiro é que Guiné Equatorial vive um regime de ditadura, e o segundo é que o presidente do país teria doado 10 milhões de reais para a Escola de Samba. Essa informação foi desmentida pelo Governo de Guiné Equatorial que soltou um comunicado.

“A iniciativa da homenagem não partiu do governo da Guiné Equatorial, nem da presidência. Trata-se de uma iniciativa que surgiu das empresas brasileiras que operam na Guiné Equatorial, conjuntamente com a escola Beija-Flor”.

O texto critica quem “se interessa em manter este estereótipo colonial da África, de pandemias e guerras, incapaz de resolver seus problemas, necessitada de ajuda para sua subsistência e corrupta”, e menciona em especial o jornal norte-americano The Wall Street Journal e a agência de notícias norte-americana Associated Press.

O financiamento das escola de samba por empresas e por vias lícitas e ilícitas é  uma prática pouco comentada e pouco discutida. O carnaval do Rio não sobreviveria só com a ajuda  do Estado. Há muita hipocrisia, pouca transparência sobre quanto se gasta e como se gasta no carnaval. Agora, tomar o Carnaval da Beija Flor sobre Guiné Equatorial como modelo de corrupção e exaltação à ditadura é hipocrisia.

A revolução educacional do projeto Opon Imo na Nigéria

opon-imo-2No estado de Osun, na Nigéria, o governo promoveu uma revolução no sistema de ensino secundário, com a distribuição de 150 000 tablets para os estudantes do secundário.

O governador do estado,  Ogbeni Rauf Aregbesola, ao assumir o mandado em 2012, constituiu uma comissão de intelectuais, presidida pelo Prêmio Nobel, Wole Soyinka, e por Prof Peter Okebukola, Dr Akin Fapohunda, Dr Isaac Agboola, Prof Sola Adeyeye, Me Lere Osundina e servidores do estado de Osun.

O Governo do Estado de Osun, como parte de seu mandato estratégico para atender às necessidades educacionais, encomendou à Gerência de Projetos (PMO) um sistema de ensino de base tecnológica.

Este sistema é composto por um total de 150.000 unidades de tablets android  para serem distribuídos aos alunos das escolas secundárias no estado. O software é o  “Learning Systems Opon Imo de Tecnologia Avançada”- (OTELS). O OTELS é um sistema autônomo, que está instalado no tablet Android 4.0.

O governo estadual tomou a decisão de assumir a educação com uma intervenção digital, para atender às necessidades educacionais dos alunos do estado de Osun,  entregou de 150.000 unidades tablets Android, que vem com um conjunto de livros de textos de fácil navegação.  O tablet é enriquecido com conteúdo multimídia, incluindo vídeos, imagens, textos e material de referência e perguntas com  testes para serem praticados.

Pode-se imaginar o tamanho das possibilidades latentes no projeto Opon Imo; imaginar  que as revoluções tecnológicas podem surgir na próxima década e ter dezenas de milhares de laptops nas mãos de uma geração inteira de crianças em idade escolar.

Boa noticia! Africa é a segunda região mais conectada do mundo

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Uma das coisas visíveis em toda a África,  nos dias de hoje é quantas pessoas têm telefones celulares, 71% dos adultos na Nigéria, por exemplo, 62% em Botswana, e mais da metade da população de Gana e  do Quênia, de acordo com uma pesquisa Gallup de 2011.

O uso do telefone celular tem crescido mais rapidamente na África do que em qualquer outra região do mundo desde 2003, de acordo com a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento. África se tornou a segunda região mais conectado do mundo, depois da Ásia no final de 2011, com 616 milhões de assinantes de telefonia móvel, de acordo com sede no Reino Unido Informa Telecoms & Media

Angola inaugura ferrovia que transportará 20 milhões de toneladas de carga e 4 milhões de passageiros por ano

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O Caminhos-de-Ferro de Benguela (CFB), ligando o litoral de Angola à fronteira com a República Democrática do Congo, voltou a funcionar depois de mais de 30 anos paralisada.

A construção desta linha iniciou-se a 1 de Março de 1903, durante a colonização portuguesa, e ficou concluída cerca de 26 anos depois, mas a guerra civil que se registrou em Angola provocou a destruição das infra-estruturas, com a interrupção da linha de ferro  em 1983.
A linha foi totalmente reconstruída pela empresa China Railway Construction Corporation (CRCC), ao abrigo de uma obra pública mas de concepção chinesa, desde a elaboração do projeto à construção física da linha e das 67 estações, além do fornecimento de material circulante, num investimento avaliado em 1,83 mil milhões de dólares.
Esta linha deverá garantir o transporte anual de 20 milhões de toneladas de carga e de quatro milhões de passageiros.

Boa noticia! A volta às aulas das crianças na Libéria depois de 5 meses

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Estudantes liberianos retomam gradualmente, nessa segunda-feira, o caminho para as escolas, um retorno de quase cinco meses de espera, por causa do surto de Ebola, de acordo com jornalistas e autoridades.

“Estou muito feliz em voltar para a escola, embora a maioria dos nossos amigos não estarão aqui hoje. Mas eu tenho certeza de que em breve virão ” , disse Fatima Sherif, 18, estudante da escola Kendenja, no distrito de Paynesville, na capital Monróvia.

Nigéria, nós que te amamos tanto!

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Se você é um investidor ou um amante da cultura, da religião  e do povo da Nigéria, já deve ter se perguntado o que acontece com a Nigéria. Um dos países africanos que tem muito em comum com nosso país e que contribuiu com a formação do Brasil.

Dos países africanos, a Nigéria é o que possui  alguma identificação nos discursos com a luta antirracista dos negros na diáspora, coisa que você não sente nos países africanos lusófonos. A repercussão dos atos de discriminação tem sempre eco na Nigéria, com cobertura da imprensa.

Um exemplo brasileiro de solidariedade com negros na diáspora, por parte dos nigerianos, foi o caso de racismo que ocorreu com nosso Abdias do Nascimento. Ele foi discriminado pelo Governo brasileiro, ao participar de um evento cientifico em 1977, na cidade de Lagos, e isso teve ampla cobertura da imprensa nigeriana, que acabou no famoso livro “Sitiado em Lagos”.

Revistas importantes do mundo dos negócios, como a Fortune,  descrevem a situação nigeriana como preocupante e de instabilidade política e listam os seguintes argumentos:

Em fevereiro passado, o presidente da Nigéria exonerou o governador do Banco Central Lamido Sanusi, depois que ele denunciou  que faltavam nada menos que cerca de  $ 20 bilhões em receitas de uma estatal petrolífera.

Em seguida, o grupo militante do nordeste da Nigéria, Boko Haram, chocou o mundo com o sequestro de várias centenas de meninas de uma  escola.

Esses fatos todos sobrevivem por uma única razão: a corrupção que está entranhada na alma da população e em todos setores públicos do país, até mesmo nas forças armadas.

E agora foram adiadas por seis semanas as eleições presidenciais do país, que ocorreriam no dia 14 de fevereiro. O governo justificou que foi por preocupações de segurança. Quem for eleito enfrentará um conflito prolongado para sufocar o grupo Boko Haram no norte do país.

Um setor que tem crescido é Tecnologia da Comunicação, com muitos investidores americanos abrindo  startups de e-commerce que comercializam produtos americanos para as crescentes  classes médias e altas de consumidores da Nigéria.  Não se pode esquecer que há um aumento do número de pessoas na classe média nigeriana.

Todos nós que amamos a Nigéria, por sua literatura, religião, cultura e sua herança no Brasil não desistiremos  de continuar com esse sentimento; pelo contrário, tudo indica que o quadro para os próximos anos tenderá a melhorar, à medida que se fortalece a sociedade civil e a  diversificação da economia com menos dependência do petróleo

A Bieconomia revoluciona a produção do milho nos EUA

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A bioeconomia é toda a atividade econômica gerada a partir de produtos e serviços que dependem de biotecnologia.

Rob Carlson define a bioeconomia em três partes:

1- Sementes biotecnológicas : culturas agrícolas que beneficiem de novas características genéticas;

2-Biológicos : produtos farmacêuticos derivados da biotecnologia, em vez de química sintética, incluindo seis dos oito medicamentos mais vendidos no mundo em 2013;
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3-Biotecnologia industrial : produtos químicos, combustíveis e alimentos produzidos a partir da fermentação e microrganismos em vez de petroquímicos;

A maior parte do milho produzido nos Estados Unidos, nunca se torna alimento. Considere-se que 44% da colheita do ano passado foi para a alimentação animal, outros 44% tornaram-se o combustível etanol, e os restantes 12% foi para “outros” usos que incluíram alimentos e adoçantes, de acordo com dados compilados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

Como se vê, o milho americano pode ser mais valioso quando usado por empresas de biotecnologia. Mais especificamente, as empresas de biotecnologia industrial e parceiros como a Archer Daniels Midland (NYSE: ADM) , Solazyme (NASDAQ: SZYM) e DuPont (NYSE: DD) que utilizam o milho como o principal insumo para a produção de produtos químicos, combustíveis e alimentos que foram mais de US $ 125 bilhões. em 2012.

Solazyme converte açúcares a partir de matérias-primas agrícolas, como o milho em produtos químicos de maior valor e combustíveis.

Archer Daniels Midland tem vários outros notáveis investimentos em biotecnologia industrial. No ano passado, a empresa anunciou uma parceria com a Synthetic Genomics para converter o milho em omega3 DHA, normalmente encontrados em peixes e outros frutos do mar, usando algas. O ingrediente de elevado valor pode ser adicionado a alimentos para aumentar o teor nutricional ou empacotado como um suplemento nutricional independente. Se for bem sucedido, as empresas pretendem expandir a produção em ingredientes alimentares adicionais.

fonte: http://m.fool.com/investing/general/2015/02/15/forget-food-and-fuel-americas-corn-is-worth-125-bi

Luau em Angola, transformar-se-á na “majestosa porta de entrada” para Africa Austral

A reconstrução0000000000000000000abcd da Ferrovia angolana, conhecida como “Caminho de Ferro de Benguela” que liga o Porto de Lobito, em Benguela, à cidade  de Luau em Moxico  é uma conquista de grande  impacto, não documentada pela imprensa brasileira,  terá consequências importantes para o comércio no Atlântico Sul.

A Comunidade para o Desenvolvimento Econômico da Africa Austral, conhecida como SADC, tem como um dos seus objetivos proporcionar a integração entre os países membros, é uma instituição parecida com o Mercosul aqui na America Latina, sem sombra de dúvida o nível eficiência da SADC é bem maior, neste momento, e a prova disso é a reconstrução do Caminho de Ferro de Benguela, que abre as portas para diversos países africanos para o Atlântico

O município do Luau, Moxico em Angola,   transformar-se-á na  “majestosa porta de entrada” para a integração regional de África e aproximar a zona da África Austral, como uma área de comércio livre, impulsionando as trocas comerciais.

As consequências estratégicas, geopolíticas e militares na região do Corredor do Lobito são muito importantes para o Atlântico Sul, e devem ter sido motivo de muita conversa entre os diplomatas e militares brasileiros.