Prof. Remi Sonaiya ,a primeira mulher na história a ser candidata a presidente na Nigéria

eleicções Remi Sonaiya
Os dois principais candidatos para o cargo de governador do estado de Lagos na Nigéria subiram no palanque , fazendo uma enxurrada de promessas para uma platéia só de mulheres.
Os homens ainda prometeram uma cota de 35 % para as mulheres no governo estadual e algumas iniciativas sobre o acesso à educação para meninas.

Mas quando Remi Sonaiya – a primeira mulher candidata à Presidência na história da Nigéria – tomou a palavra, recebeu uma salva de palmas que durou vários minutos.

“Nós já fizemos o papel suficiente de chefe de torcida”, referindo-se a reuniões que teve com algumas das mulheres de negócios mais influentes da Nigéria e com  executivos discutindo a participação das mulheres na política. “As mulheres não podem continuar a ser líderes de torcida neste país.”

Sonaiya é uma ex-professora de francês de 60 anos de idade, em Ile-Ife no estado de Osun do sudoeste da Nigéri . Ela e seu partido KOWA decidiram provar que era possível fazer campanha sem ter um “padrinho” rico ou um jato particular em um país onde os políticos do sexo masculino gastam centenas de milhares de dólares em enormes comícios e presentes para os cabos eleitorais.

A política goza de uma péssima reputação na Nigéria. Recentemente um governador disse que não poderia estar na política (a menos), que fosse uma mentirosa “, disse à AFP em uma entrevista em um hotel de Lagos.

Com um orçamento pequeno, de doações de simpatizantes e uma equipe de campanha reduzida, Sonaiya tem viajado por toda a Nigéria, em classe econômica em voos comerciais, como uma cidadã comum. Na estrada, ela coloca entre os valores de seu partido – “honestidade, verdade, diligência, trabalho duro e transparência” – para os eleitores na rua.

Suas chances são pequenas.  Na Nigéria há muitas mulheres à frente dos negócios no país mais populoso da África e principal economia, mas como no resto do continente, a política permanece em sua maior parte, um mundo masculino.

A internet na Africa ainda é enorme desafio para muitos países

Mobile Internet

Para muitos governos africanos a Internet ainda constitui um profundo mistério e, como tal, uma perturbante fonte de receio, uma vez que se trata de um meio de informação que não sabem como controlar. É por isso que sempre que se registra algum foco de tensão mais grave em determinado país, a Internet é dos primeiros meios de informação a ser neutralizado de modo a impedir a sua utilização para fins alegadamente “subversivos”.

Há também, a pouca determinação das empresas criadoras e gestoras do produto em chegar, de forma efetiva, junto dos potenciais consumidores e, também, pelos altos preços que praticam e que a tornam inacessível a uma esmagadora maioria das pessoas. Podem existir inúmeras razões técnicas e economicamente válidas para explicar a alta dos preços das comunicações feitas em África, mas o fato é que algo tem de ser feito para reverter a situação, sob pena do continente ficar definitivamente à margem do mundo das novas tecnologias de informação e, sobretudo, de comunicação.
A principal economia Africana, a Nigéria, apenas tem registrados uns escassos 60 mil websites nacionais, na maioria pertencentes instituições ligadas ao Governo e à Bancos.

Este fraco desempenho da Nigéria, pode ser devidamente justificado pelo facto da criação de cada um deles custar 100 dólares para que depois possa ser oficialmente registrado.

No Senegal o registro de um website custa um pouco menos, mas a incontável papelada que é exigida desencoraja aqueles que um dia pensaram em usar esse moderno meio de comunicação, para disponibilizar ao mundo informações que julgam ser úteis.

Curiosamente, é no Mali que estão criadas as condições que levaram a um ritmo mais acelerado do aumento de websites. Para isso foi determinante o aligeirar da burocracia e uma baixa nos custos, tanto de registo (que passou a ser grátis) como de manutenção (dez dólares ao ano).

Outro país onde a Internet está numa fase de franca expansão é a Etiópia, graças a uma massiva criação de websites por parte de empresas interessadas em publicitar os seus produtos e em promover vendas através desse meio virtual de comunicação tudo, claro, com um generoso subsídio governamental que minimiza os custos de criação, instalação e manutenção.
No sentido oposto a este, países como Angola, África do Sul e Zimbabwe, adoptaram criativas e bem sucedidas estratégias políticas que viabilizaram um avanço significativo no sentido do aumento do número de utilizadores da Internet.
Os países que assim decidiram disponibilizaram meios colectivos de acesso à rede que não só contribuíram para diminuir os custos de utilização, como criaram as condições para que os próprios utilizadores se relacionassem mais intimamente com esse tipo de produto. O progresso e o desenvolvimento do continente africano, para ser efectivo e sustentado, tem que ser feito integrando os mais modernos meios que permitam um melhor conhecimento das novas tecnologias.

Ministro das Relações Exteriores do Brasil visitará Gana, São Tomé e Príncipe, Angola, Africa do Sul e Moçambique

No almoço realizado na semana passada com todos os embaixadores africanos, O Ministro das Relações Exteriores anunciou que fará uma visita à alguns países africanos: Gana, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique e Africa do Sul.

Os jornais do final de semana registram o recuo do Brasil em relação aos países africanos. A empresa Vale encerrou suas atividades de exploração mineral em 3 países africanos e vendeu parte de sua participação em Moçambique. As exportações do Brasil , em 2104, foram de US$ 9,70 bilhões, uma queda de 20% em relação ao melhor ano que foi em 2011, de US$12,2 bilhões.

Há uma retração das empresas que atuam na Africa que coincide com a difícil situação das empresas no Brasil. Empresas como a Embrapa que estava com grandes projetos , mostram recuos face os cortes de orçamento.

Com este recuo do Brasil países como China , Turquia e Índia avançam no continente.

A  Agencia ABC  chegou a ter 25 projetos em andamento em Africa em 2010, No ano passado foram 161 projetos. O ministro das Relações Exteriores chama esse momento de “ajustes conjunturais” e afirma que “A África foi, é e continuará a ser uma prioridade absoluta da política externa brasileira.”. O ministro pretende ainda  incrementar as visitas de autoridades africanas ao Brasil, como foi a recepção dado ao Ministro do Togo, que visitou o Brasil e anunciou a instalação de uma embaixada no Brasil.a000000000000

Novo diretor do banco Crédit Suisse não conseguiu emprego na França por ser negro

Tidjane Thiam foi nomeado o novo presidente-executivo do banco Crédit Suisse.

Tidjane Thiam foi nomeado o novo presidente-executivo do banco Crédit Suisse.

O banqueiro franco-marfinês Tidjane Thiam foi nomeado, nesta semana, o novo diretor do banco Crédit Suisse e, quando assumir a função, se tornará o único negro a ocupar atualmente um cargo na chefia de um dos 50 maiores bancos do mundo. No entanto, apesar do desempenho exemplar nas melhores universidades francesas, foi apenas no Reino Unido que Thiam conseguiu se inserir no mercado de trabalho. O motivo: sua cor de pele poderia “desagradar” os clientes dos bancos franceses.

Tidjane Thiam, 52 anos, substituirá o norte-americano Brady Dougan, na direção geral do Crédit Suisse, a partir do começo de julho. E será o segundo negro na liderança de um banco, um meio tradicionalmente masculino e branco. O primeiro negro a obter um cargo de chefia no sistema bancário em todo o mundo foi Stanley O’Neal, diretor-geral do banco norte-americano Merril Lynch, cargo que ocupou até 2007.

O caso de Thiam chamou atenção quando, em diversas entrevistas concedidas após sua nomeação à liderança do Crédit Suisse, ele revelou ser “um típico produto do sistema de educação francês”. Com uma brilhante carreira nas principais sociedades financeiras do Reino Unido, o franco-marfinês revelou que foi obrigado a atravessar o Canal da Mancha “por não conseguir subir os degraus mais altos das empresas da França.

Primeiro marfinês na Politécnica

Filho de um diplomata e da sobrinha do primeiro presidente da Costa do Marfim, aos 21 anos, Thiam foi o primeiro estudante de origem marfinesa a se formar na tradicional Escola Politécnica da França, uma das melhores do país. Ele dá sequência à formação na célebre Ecoles des Mines e no Instituto Europeu de Administração de Negócios (Insead, sigla em francês), onde realiza um MBA.

Apesar do desempenho impecável como estudante, da dupla nacionalidade e um percurso de fazer inveja aos maiores executivos do mundo, nenhuma empresa francesa aceita contratá-lo. Segundo o jornal Le Monde, o nome de Thiam chega a ser banido das listas dos recrutadores franceses. “Quando me contatavam por telefone, ia logo dizendo: ‘sou negro, tenho 1,93m de altura”, conta.

Em 1988, aos 26 anos, Thiam é contratado pelo escritório de consultoria norte-americano McKinsey e trabalha entre Paris e Nova York. Em 1994, é convidado a participar do governo do então presidente da Costa do Marfim, Henri Konan Bédié, e torna-se ministro do Planejamento do país em 1998. E se vê obrigado a voltar à França, quando o governo de Bédié é derrubado em 1999.

“Um muro invisível”

Na segunda tentativa de busca de emprego, em Paris, ele descreve a dificuldade de ingressar no sistema financeiro da França como “um muro invisível, mas real”. É de um ex-colega francês recrutador que ele obtém a justificativa de que sua cor de pele o impede de ir adiante. “Você tem um perfil interessante e uma carreira impressionante, mas, você entende…”, disse o ex-colega, explicando que os clientes dos bancos franceses poderiam se desagradar com um dirigente negro.

Em 2002, Thiam decide finalmente partir para a Grã-Bretanha, onde é contratado pela seguradora Aviva, e chega ao cargo de responsável do setor Europa da empresa. Em seguida, na seguradora Prudential, também no Reino Unido, ele é contratado para o cargo de diretor geral, em 2009, e torna-se o primeiro negro a dirigir uma das 100 maiores sociedades do mundo. “Um colega de trabalho londrino me disse que ser francês me traria muito mais dificuldades na Grã-Bretanha do que ser negro”, brinca Thiam, lembrando a célebre rivalidade entre franceses e britânicos.

Contratação comemorada

Agora, na liderança do Crédit Suisse, o presidente do conselho de administração da instituição, Urs Rohner, comemora a contratação e não poupa elogios ao novo integrante. “Tidjane Thiam é um líder respeitável e de destaque, um sucesso impressionante na indústria global de serviços financeiros e que agora dirigirá nosso banco”, gaba-se.

Enquanto isso, os franceses amarguram a perda de um grande talento. Em 2012, como um pedido de desculpas, o país premiou Thiam com a Legião de Honra, a mais alta condecoração concedida pelo país. O ex-presidente do Banco da França e do Banco Central Europeu, o francês Jean-Claude Trichet, não esconde sua frustração: “a França se arrependerá eternamente por perdê-lo”.

Namíbia nomeia pela primeira vez uma mulher como primeira-ministra

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Primeira-ministra viveu parte da juventude no exílio e estudou economia nos EU

Saara Kuugongelwa-Amadhila se tornou a primeira chefe de governo da história da Namíbia, após ser nomeada pelo presidente do país, Hage Geingob.

Kuugongelwa-Amadhila, de 47 anos, foi desde 2003 ministra de Finanças em sucessivos governos da Organização Popular do Sudoeste da África (SWAPO), que governa o país desde sua independência, em 1990.

Veterana da luta pela libertação do país, a qual se uniu quando ainda era adolescente, a nova primeira-ministra da Namíbia viveu parte de sua juventude no exílio e estudou nos Estados Unidos, onde se graduou em Economia. “A posição de primeira-ministra tem seus próprios desafios e gosto do trabalho que tenho pela frente”, disse Kuugongelwa-Amadhila depois de Geingob anunciar ontem a nomeação.

Analistas políticos citados hoje pela imprensa elogiaram seu histórico livre de corrupção e sua capacidade intelectual e de gestão. “Tem boa formação em gestão, e particularmente em gestão financeira, setor em que tem uma grande experiência”, afirmou o presidente sobre a primeira-ministra, a quem descreveu como “jovem, dinâmica e bonita”.

Como ministra de Finanças, Kuugongelwa-Amadhila conseguiu reduzir a despesa do governo namíbio e fechou com superávit o ano de 2006/2007 pela primeira vez na história do país.

Considerado um dos países menos corruptos e mais estáveis da África, a Namíbia foi reconhecida por instituições como o Banco Mundial (BM) por suas “políticas macroeconômicas prudentes” e seu crescimento sustentável nos últimos anos.

Tanto o SWAPO como outros partidos se comprometeram antes das eleições gerais e presidenciais a aplicar, nas instituições que controlassem, uma estrita política de paridade de gênero. O presidente Geingob tomou posse este mês após vencer por arrasadores 86% na eleição presidencial.

Geingob substituiu Hifikepunye Pohamba, que foi agraciado este mês com o prestigiado Prêmio Ibrahim de liderança de presidentes africanos por suas conquistas à frente do país e por aceitar a limitação de dois mandatos que impõe a Constituição.

Este prêmio anual, dado pela Fundação Mo Ibrahim tinha ficado vago desde 2011, porque nenhum dirigente africano cumpriu os requisitos para recebê-lo.

Pakalitha Mosisili venceu as eleições no Lesoto

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A coalizão opositora ao até então primeiro-ministro do Lesoto, Thomas Thabane, venceu as eleições gerais realizadas no sábado passado no país, segundo os resultados definitivos publicados hoje pela comissão eleitoral.

O principal partido da oposição, o Congresso Democrático (DC, em inglês), do ex-primeiro-ministro Pakalitha Mosisili, conquistou 47 das 120 cadeiras do novo parlamento, enquanto a Convenção de Todos os Basotos (ABC), de Thabane, ficou com 46 deputados, informou a imprensa sul-africana.

Mosisili, que previsivelmente será o novo primeiro-ministro, anunciou pouco antes do anúncio dos resultados que formaria uma coalizão com o até agora vice-primeiro-ministro e inimigo de Thabane, Mothetjoa Metsing, do Congresso de Lesoto para a Democracia (LCD), que conseguiu 12 cadeiras.

A coalizão das duas legendas teria apoio de outras formações minoritárias para conseguir 65 deputados e superar as 60 cadeiras necessárias para tomar o poder de Thabane.

A missão internacional de observadores, liderada pela Comunidade para o Desenvolvimento da África Meridional (SADC, organismo que agrupa os países da região), elogiou a transparência de um processo eleitoral que, segundo a instituição, deve servir para deixar para trás a crise provocada pela tentativa de golpe do agosto passado.

Na ocasião, Thabane fugiu para a África do Sul -em cujo território Lesoto está encravado- depois que o exército cercou sua residência, pois o até agora primeiro-ministro tinha destituído o chefe do Estado-Maior, Tlali Kamoli, por diferenças políticas.

Thabane retornou dias depois protegido por forças de segurança de vários países da SADC, que em troca exigiu que o primeiro-ministro reabrisse o parlamento, que se encontrava fechado desde junho de 2014 para evitar uma moção de censura, e convocasse eleições antecipadas.

Setor de telecomunicações em Angola precisa profissionais da área

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Fórum Internacional de Telecomunicações e Tecnologias de Informação em Angola decorre, desde ontem, em Luanda.

14 milhões angolanos utilizam celular, três milhões a Internet, mais de 400 mil acessam as Mediatecas e igual número de dispositivos que se conectam aos postos públicos de acesso à Internet.

A presidente do Conselho de Administração da UNITEL reconheceu que o sector das telecomunicações deve captar investimentos. “O sector não vai assim tão bem. Temos várias operadoras com muitas dificuldades estruturantes, financeiras e de recursos humanos”, admitiu Isabel dos Santos, para quem, quando se fala de uma visão em 2025, “é preciso pensar na estratégia da formação e nos recursos humanos para poder estruturar este sector”.

Isabel dos Santos falou também da qualidade. “Ter muitas operadoras não significa ter muita qualidade”, disse. “Tenho visto que, em muitos países africanos, temos muitos operadores, mas a qualidade às vezes é fraca e a velocidade da Internet relativamente baixa”, afirmou a empresária, tendo apontado como solução um mercado conciliador e operadores fortes.

Tidjane Thiam, o segundo negro no mundo a ocupar a direção de um Banco Internacional

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Nascido na Costa do Marfim, Tidjane Thiam, 52 anos, foi educado na França, onde também completou seus estudos. Tem dupla nacionlaidade. Após vários anos trabalhando para a consultoria McKinsey, ele retornou ao país dos pais para trabalhar em vários postos governamentais, dos quais o último foi como ministro de Planejamento e Desenvolvimento. Depois retornou à McKinsey.

Tidjane foi alvo de frequente discriminação racial, embora tenha cursado ótimas escolas de engenharia na França. Quando entrevistado pelos headhunter pelo telefone ia logo dizendo que: “Sou negro, tenho 1,93 m de altura”. Estava cansado de ser entrevistado para altos cargos, mas ser discriminado por ser negro. Antes dele só Stanley O’Neal, liderou outro banco internacional, o Merrill Lynch até 2007.

De 2002 a 2008 teve vários postos executivos na companhia de seguros Aviva até entrar na Prudential como diretor financeiro. Depois foi nomeado diretor-presidente da empresa em 2009. Aos 52 anos, Tidjane Thiam é tem a dupla cidadania francesa e costa-marfinense. Ele fala inglês, francês e alemão.

“Com Tidjane Thiam, teremos no comando do nosso banco um líder respeitado e destacado, com uma atuação de bastante sucesso na indústria global de serviços financeiros”, comentou o presidente do conselho de administração do Credit Suisse, Urs Rohner, no comunicado enviado hoje à imprensa.

Hifikepunye Pohamba, presidente da Namíbia, ganha o Prêmio Ibrahim 2014 de liderança africana

O presidente da Namíbia, Hifikepunye Pohamba, que em breve deixará o cargo, entrou para um grupo seleto de governantes africanos. Ele foi escolhido o vencedor do prêmio da Fundação Mo Ibrahim, que reconhece a boa governança e que premiou apenas outros três presidentes em oito anos.
Presidente Hifikepunye Pohamba foi indicado como o vencedor do prêmio Ibrahim de 2014 para o Sucesso na Liderança Africana. Fundada em 2007, o Prêmio Ibrahim reconhece e celebra a excelência na liderança Africano.
Atribuída pela quinta vez pela fundação de Mohamed “Mo” Ibrahim, antigo empresário de comunicações móveis e bilionário sudanês-britânico, destina-se apenas a chefes de Estado ou do Governo que tenham terminado suas funções nos últimos três anos, após terem sido democraticamente eleitos.

O Prêmio Ibrahim reconhece e celebra os líderes africanos que desenvolveram os seus países, tiraram as pessoas da pobreza e abriu o caminho para a prosperidade sustentável e equitativo, destaca pessoas que são modelos excepcionais para o continente, e garante que a África continue a beneficiar-se da experiência e competência de excepcionais líderes  quando deixam o Gabinetes da presidência dos países, permitindo-lhes que continue exercendo outras funções públicas no continente.
O Prémio Ibrahim visa encorajar os líderes que dedicam plenamente seus mandatos para superar os desafios de desenvolvimento dos seus países, melhorando as condições de vida e bem-estar de seu povo e consolidando as bases para o desenvolvimento sustentável. anunciando a 2014 Ibrahim Laureate na frente de uma platéia de a comunidade diplomática, representantes da sociedade civil e da mídia em uma conferência de imprensa em Nairobi, Salim Ahmed Salim, o presidente do Comitê do Prêmio, disse:
“O foco da Presidente Pohamba em forjar a coesão nacional e de reconciliação em um estágio-chave da consolidação da democracia da Namíbia e desenvolvimento social e econômico impressionado Comitê do Prêmio. Sua capacidade de comandar a confiança ea confiança de seu povo é exemplar.Durante a década de seu mandato presidencial, ele demonstrou liderança som e sábio. Ao mesmo tempo, ele manteve sua humildade ao longo de sua Presidência “.
Salim Ahmed Salim passou a elogiar o compromisso do Presidente Pohamba à democracia e governança.
disse ele: “Durante a década de Presidência da Hifikepunye Pohamba, a reputação da Namíbia foi cimentada como um bem governado, democracia estável e inclusiva com forte liberdade e respeito pelos direitos humanos de mídia. “
O Ibrahim Laureate é selecionada por um Comité do Prêmio independente, composta por sete pessoas eminentes. O Comitê do Prêmio avalia democraticamente eleito antigos Chefes Executivos de Estado ou de Governo de países africanos que têm servido o seu mandato dentro dos limites fixados pela constituição do seu país e ter deixado o cargo nos últimos três anos
 “A Fundação Mo Ibrahim tem o prazer de que o Comitê do Prêmio tenha selecionado o  Presidente Pohamba como o laureado do Prêmio Ibrahim . Ele serve seu país desde a  independência e sua liderança renovou a confiança de seu povo na democracia. Seu legado é o fortalecimento das instituições através das várias iniciativas introduzidas durante o exercício do mandahifikepunye-pohamba-1268462-p1bcto como Chefe de Estado.
Quando questionado sobre o motivo de tão poucos líderes terem sido distinguidos desde que o prêmio foi criado, em 2007, Ibrahim justificou-se: “É um prêmio que assinala a excelência na liderança. Não vamos baixar os nossos padrões.” E concluiu: “Se este prêmio fosse atribuído a presidentes e líderes europeus, quantos… teriam ganho este prêmio nos últimos oito anos?”