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Feliz Ano Novo – Que venha 2016

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Pedestres não gostam de usar passarela em Lagos

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Uma cena muito parecida com as cidades brasileiras, a dificuldade dos pedestres utilizarem a passarela. Em Lagos, capital da Nigéria acontece a mesma coisa evitam a passarela com medo de serem assaltados.

Pessoas ml intencionado aguardam as pessoas atravessarem as passarelas para assalta-las.O que favoreceu o péssimo hábito dos cidadãos de Lagos evitarem a passarela e correrem o risco de serem atropelados nas auto estradas.

Há também o descuido de pessoas, que não gostam de enfrentar as escadas, que normalmente são mais de 50 degraus, o que não é uma tarefa muito fácil para pessoas da  terceira idade, mas é a melhor forma, com todo sacrifício que isso significa.

 

 

 

 

 

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II-Negros apoiam a Dilma e são contra o impeachmet

 

0,21.jpgOlhando para as fotos de governadores e seus Staff, há uma gritante invisibilidade do negro. Como diria a poeta e advogada Dra. Orlando Campos em seu poema “Onde estão os meus irmãos?” .

Não estamos em lugar nenhum, é como se o segredo de governar fosse hereditário, os negros não podem ter acesso à informações de como decidir e porque escolhem determinadas políticas públicas.

Alguns setores como a área de finanças aumenta a invisibilidade, sequer chegamos perto dos cargos de assessoria. O lugar do negro tem sido determinado para determinados setores como esportes, cultura, assistência social, segurança pública e as exceções. É assustador, o direito humano de participar do Governo não é respeitado.

Afirmar que o lugar do negro é qualquer lugar, não deixa de ser estimulante e motivador enxergar que os negros não devem limitar suas ambições e que devem se programar para estar em todos os lugares.

Há espaços que desde que a República foi proclamada no século XIX, que os negros não tem acesso por mais que sonhem e lutem, coma devidas exceções. E não depende só de vontade e ter conhecimento especializado e mérito, o que ingenuamente muitos acreditam.

Não existem concursos para ser Ministros, Secretários estaduais ou municipais. Na política as regras são outras, você precisa ter um capital social, amigos, parentes e presença partidária.

Em conversa com a ex Ministra Matilde Ribeiro ela me perguntava o que eu via como diferente entre o Governo Lula e o Governo FHC. Eu respondia que o números de negros ocupando cargos de Assessorias em diferentes ministérios.

Eu fiquei impressionado quando vi o número de negros em cargos de Chefia de Gabinete e Assessorias, eram centenas no primeiro mandato do Governo Lula , comparando com o tempo do Governo FHC que podíamos contar nos dedos de uma mão quem ocupava cargos de Assessoria.

Todos os negros que ocupam cargos de Assessoria nos Ministérios tem consciência do racismo? Infelizmente não, alguns acreditam que o que colocaram no lugar onde estão, foi unicamente e exclusivamente o mérito. Não é verdade, ter uma inserção política tem um valor importante.

Registra-se a importância de negros ocupando cargos, que algumas politicas só foram possíveis quando os negros ocuparam cargos importantes e estratégicos, o caso do Ministério da Saúde, ou ainda tivemos aliados brancos que acreditaram em nossa luta como o Ministro Celso Amorim no Ministério das Relações Exteriores que ajudou a implementar as bolsas para carreira diplomática.

Os negros apoiam a Dilma porque eles podem acreditar em seu sonhos, pois viram, constataram que politicas de ações afirmativas podem avançar apesar dos recuos no momento.

Há muitos problemas no Governo Dilma só temos uma Ministra em todo o Governo, os recursos para diversos programas estão em evidente recuos, o orçamento da SEPPIR sofreu expressiva reduções em suas atividades. Apesar disso , quando olhamos os Estados e Municípios é um oásis.

A visibilidade de negros nos governos Lula e Dilma comparando com a invisibilidade absoluta dos governadores e prefeitos, mostram que o futuro não é nada animador.

Governos em crise cortam as Secretarias e órgãos voltadas para a população negra, o exemplo próximo é o Governo de Brasília, mas o exemplo ocorre em muitos lugares do Brasil. Estamos em governos só para constar que tem um pretinho outros nem essa preocupação tem.

O maior problema é que a medida que não participamos , a democracia fica mais pobre, menos qualificada, distante da maioria da população, e o principal deixamos de sonhar ou imaginar que podemos ser secretários em áreas como planejamento, orçamento e fazenda.

A violência de governadores, prefeitos, a elite partidária, setores da mídia, ruralistas, empresários impedem e boicotam o direito de negros implementarem politicas de ações afirmativas e de combater o racismo.

Estou exagerando, então pergunte para qualquer liderança negra se ele imagina em seu estado, que os negros possam vir a ocupar cargos estratégicos no primeiro escalão dos governos estaduais e municipais, com poder de implementar as politicas de combate ao racismo e do genocídio da população negra.

Infelizmente essa história atravessou o século XX inteiro e o século XXI vislumbramos que teremos muita luta mas seremos vitoriosos. Porque somos cada vez mais conscientes de que a política é um caminho do qual devemos estar cada vez mais presente. E a nossa luta é justa.

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Novo presidente do Burkina Faso promete investir na economia e boa governação

O novo presidente do Burkina Faso, Roch Marc Kabore, tomou posse esta terça-feira na capital, Ouagadougou, sucedendo a Blaise Compaore afastado do poder em outubro de 2014 na sequência de um levantamento popular.

No seu discurso de tomada de posse, Kabore definiu a economia e a boa governação como as prioridades do novo executivo.

Kabore é o primeiro novo líder do país em quase três décadas.

O novo presidente integrou o executivo de Compaore até 2014, altura em que passou a integrar a oposição.banv

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Guiné-Bissau: Partido propõe criação de Tribunal Especial para julgar crimes contra democracia

Bissau – Idrissa Djaló, líder do Partido da Unidade Nacional (PUN) da Guiné-Bissau, defendeu nesta quarta-feira a criação de um Tribunal Especial Internacional (TEI) com competência para julgar os autores de “crimes contra a democracia” no país.

BANDEIRA DA GUINÉ-BISSAU

Falando numa conferência de imprensa, Idrissa Djaló, passou em revista a situação política no país desde 1998 (ocasião em que se deu um conflito político-militar) até a data, para concluir que a instabilidade na Guiné-Bissau “é da exclusiva responsabilidade dos políticos”, disse.

Para Idrissa Djaló, antes de se pensar na reforma do sector da Defesa e Segurança, a Guiné-Bissau “devia instituir rapidamente” um Tribunal Especial Internacional que tivesse a competência de julgar “todos os autores políticos que tenham participado em actos de subversão e de violência contra a democracia, crimes de sangue, crime de corrupção ou ambiental”.

Djaló entende ser “urgente extirpar o cancro do país” que diz ser o sistema político que considera “corrupto e obsoleto”.

“A moralização da classe política é urgente, através de uma mobilização geral dos cidadãos para um levantamento popular face a esta situação”, indicou ainda o líder do PUN, que acredita estar iminente a tomada de consciência dos guineenses a partir de 2016.

“Não podemos continuar a ser um país de impunidade, onde os dirigentes participam no tráfico de droga, gabam-se de ter carros e casas, quando o povo vive na miséria absoluta”, declarou Idrissa Djaló.

Acusou ainda a classe política e empresarial de “ter medo” de prestação de contas e por isso, diz, de cada vez que o assunto é abordado “há um golpe de Estado ou derrube do Governo”.

 

http://www.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/africa/2015/11/53/Guine-Bissau-Partido-propoe-criacao-Tribunal-Especial-para-julgar-crimes-contra-democracia,f4de22d1-99a1-49c3-ab3b-a0e34d9b906f.html

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Presidente Nkurunziza, do Burundi, ameaça recorrer à força contra as tropas da União Africana

Bujumbura – O presidente burundês, Pierre Nkurunziza, lançou nesta quarta-feira um virulento aviso contra o envio das tropas da União Africana (UA) para o seu país.

PRESIDENTE DO BURUNDI , PIERRE NKURUNZINZA (FOTO DE ARQUIVO)

O presidente preveniu que o Burundi vai se opor pela força aos que auguram mal o prosseguimento do diálogo inter-burundês.

Bujumbura tinha já rejeitado o anúncio pela UA, em meados de Dezembro de 2015, da criação de uma Missão Africana de Prevenção e de Protecção no Burundi (MAPROBU) advertindo que caso o contingente seja desdobrado sem o seu consentimento, ele será considerado como “uma força de invasão e de ocupação”.

Mas Nkurunziza, que não se tinha exprimido publicamente sobre esta questão, mostrou-se muito mais explicito durante uma conferência de imprensa aberto hoje ao público, em  Gitega, no centro do país.

“Todo o mundo deve respeitar as fronteiras do Burundi. Se as tropas (da UA) vierem (..) e atacarem o Burundi. Cada burundês deve levantar-se para as atacar. O país será atacado e nós as combateremos”, afirmou Nkurunziza em kirundi, a língua nacional.

O presidente burundês evocou várias razões para a recusa da MAPROBU – que deverá contar com 5.000 homens – uma das quais refere-se que “não se pode enviar tropas num país se o Conselho de Segurança das Nações Unidas não as aceitar”.

Sublinhou que a resolução das Nações Unidas (votada em meados de Novembro, ndlr) diz que a comunidade internacional deve respeitar  as fronteiras do Burundi.

A União Africana submeteu a sua proposta à ONU. A presidente da Comissão da União Africana , Nkosazana Dlamini-Zuma, escreveu ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, para lhe pedir “apoio total” das Nações Unidas sobre esta matéria.

O Conselho de Segurança (CS) ainda não se pronunciou sobre esta iniciativa, mas tudo indica que o CS “tomou nota com interesse”, mas nenhum pormenor foi fornecido sobre a maneira e a data do desdobramento da MAPROBU

http://www.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/africa/2015/11/53/Burundi-Presidente-Nkurunziza-ameaca-recorrer-forca-contra-tropas,54e070b6-c70d-45c7-9523-c1919927b937.html