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Governadora de Cabinda- Angola desafia bancos

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A governadora da província de Cabinda desafiou os bancos comerciais a adotarem uma postura diferente, mais proativa, no processo de diversificação da economia.

Aldina da Lomba reuniu-se com os responsáveis de bancos comerciais que operam na província para analisar a capacidade das instituições bancárias em financiar os projetos dos empresários de Cabinda.
No encontro, a governadora referiu que ao mesmo tempo que o Estado reforça financeiramente os empresários com a criação de vários fundos, os bancos devem facilitar o acesso ao crédito aos empresários.


Para a governadora, se os bancos comerciais concederem créditos aos empresários que querem investir em projetos de diversificação da economia, “rapidamente sairemos da crise provocada agora pela queda do preço do petróleo no mercado internacional”.

Aldina da Lomba considerou paradoxal ouvir com frequência as lamentações de empresários de dificuldades no acesso ao crédito, “sabendo que existem na província várias linhas de financiamento disponibilizadas pelo Executivo, nomeadamente, o Angola Investe, o Crédito Agrícola de Campanha, o Fundo Fica e o BDA, que têm a finalidade de promover os investidores locais”. O delegado regional da Associação dos Bancos Angolanos (ABANC), Sebastião Banganga, disse que a adesão dos empresários de Cabinda às várias linhas de financiamento existentes nos bancos comerciais é “incipiente”.

Segundo o delegado, muitos projectos apresentados pelos empresários aos bancos tem sido rejeitados pelos bancos por falta de consistência nos estudos de viabilidade econômica. Sebastião Banganga afirmou, no entanto, que, no âmbito do programa “Angola Investe”, foram já financiados sete projectos.
O representante do Banco de Poupança e Crédito (BPC), José Manuel Pedro, disse também que, no âmbito do programa “Angola Investe”, a instituição financiou um projeto destinado à construção de uma fábrica de guardanapos no município de Cacongo, no valor de 97 milhões de kwanzas.
Em relação ao crédito agrícola de campanha, Manuel Pedro disse que o BPC, em parceria com a organização não governamental “Visão Mundial”, financiou 37 projetos, sete dos quais pertencentes a grupos solidários, num total de nove milhões de kwanzas, e 23 de bancos comunitários, cifrados em 40 mil milhões de kwanzas.

 

http://jornaldeangola.sapo.ao/economia/banca/governadora_de_cabinda_desafia_banca

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