Jovens muçulmanos da África Ocidental contra fundamentalismos

9ago2013---grupo-de-jovens-muculmanas-usa-um-tablet-em-manila-capital-das-filipinas-durante-celebracao-do-eid-al-fitr-que-marca-o-fim-do-mes-sagrado-do-ramada-as-mocas-parecem-estar-tirando-um-1376076483680_956x500
 
 
 
 
Jovens africanos de religião muçulmana, empenhados nos respectivos países na luta contra todas formas de fundamentalismo, reuniram-se nos dias passados em Ougadougou, capital do Burkina-Faso, num colóquio intitulado “Contributo à prevenção do extremismo violento” e que tinha por objectivo chamar a atenção, sobretudo das novas gerações, para os perigos da radicalização e dos extremismos violentos.
 
Centenas de participantes de oito nações pediram aos governos para criarem oportunidades de emprego e de formação, a fim de fazer com que os jovens não caiam nas ratoeiras do terrorismo.
Para a Organização da juventude muçulmana da África Ocidental, OJEMAO, que representa o Benin, Burkina-Faso, Costa do Marfim, Guiné-Conacri, Mali, Níger, Senegal e Togo, é necessário agir com urgência porque os terroristas e alguns pregadores radicais estão a tomar a dianteira. O temor é que outras regiões africanas se deixem levar pelos fundamentalistas, com a criação de organizações que possam usar a fé para “justificar” os seus crimes.
 
O OJEMAO está activa de modo particular no Níger onde, os aderentes, promovem, entre outras, iniciativas de solidariedade islâmica.
 
 
Jovens africanos de religião muçulmana, empenhados nos respectivos países na luta contra todas formas de fundamentalismo, reuniram-se nos dias passados em Ougadougou, capital do Burkina-Faso, num colóquio intitulado “Contributo à prevenção do extremismo violento” e que tinha por objectivo chamar a atenção, sobretudo das novas gerações, para os perigos da radicalização e dos extremismos violentos.
 
Centenas de participantes de oito nações pediram aos governos para criarem oportunidades de emprego e de formação, a fim de fazer com que os jovens não caiam nas ratoeiras do terrorismo.
Para a Organização da juventude muçulmana da África Ocidental, OJEMAO, que representa o Benin, Burkina-Faso, Costa do Marfim, Guiné-Conacri, Mali, Níger, Senegal e Togo, é necessário agir com urgência porque os terroristas e alguns pregadores radicais estão a tomar a dianteira. O temor é que outras regiões africanas se deixem levar pelos fundamentalistas, com a criação de organizações que possam usar a fé para “justificar” os seus crimes.
 
O OJEMAO está activa de modo particular no Níger onde, os aderentes, promovem, entre outras, iniciativas de solidariedade islâmica.
(LZ/DA)
 
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