A mulher rural de Angola pede socorro por uma gestão eficiente e menos burocrática

mulher-ruralA mulher rural  em Angola é vitima de uma burocracia, que ao invés de impulsionar o combate a pobreza está mergulhado em diagnósticos.  Por que a agricultura familiar não deslancha em Angola? A saber pelos fóruns , seminários  os problemas de gestão e de concepção do que se deve ser feito estão muito aquém do nível de urgência. Como diz o poeta quem tem fome tem pressa.

Incomoda um pouco ver a realização de seminários com poucos resultados. No último encontro em Malange concluiu-se que era preciso uma “adequação do funcionamento dos órgãos locais”. O que significa adequação?  Significa que  no mínimo não atendem às necessidades básicas da comunidade.

O quadro socioeconômico agravou-se e o programa  de combate a pobreza que era ruim ficou pior, reconhecem as autoridades. Alista de recomendações do Fórum da Mulher Rural , em Malange parece copias de diversas recomendações do passado:

1- Intensificar o processo de alfabetização para a erradicação do analfabetismo nas comunidades,

2-a criação de mecanismos mais adequados com o objectivo de dar maior sustentabilidade às parteiras tradicionais no cumprimento das suas tarefas,

3- criação de estratégias que possibilitem a participação das comunidades na gestão, manutenção dos serviços e equipamentos sociais básicos

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