Nigéria recebe apoio para empoderar as mulheres

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As Nações Unidas (ONU) instaram o governo da Nigéria a aumentar seu investimento no desenvolvimento das mulheres na promoção da paz no país.

Secretária-geral adjunta da ONU, Amina Mohammed fez a contato ontem quando se encontrou com o presidente interino, Yemi Osinbajo, na villa presidencial, Abuja.

Ela disse que a equipe da ONU liderada por ela mesma estava na cidade para discutir a implementação da agenda 2030, mas também 2063 e ver como a Nigéria poderia ser apoiada especialmente no que diz respeito ao desenvolvimento das mulheres. Promover o desenvolvimento das mulheres, o governo nigeriano precisaria começar a colocar as mulheres no centro dos assuntos.

 
Ela disse: “Tenho a honra de liderar uma delegação com foco na paz e no desenvolvimento das mulheres.

“Comigo, a presidente-executiva ONU mulheres, também está a representante especial sobre mulheres e conflitos, também temos conosco nosso parceiro a União Africana, a conselheira especial também sobre paz, mulheres e desenvolvimento.

A representante da ONU também disse que está ponderando maneiras de apoiar a Nigéria.

É um momento emocionante estar aqui, porque realmente estamos falando sobre a implementação da agenda 2030, mas também 2063 e para nós, é sobre como apoiarmos a Nigéria e em um contexto muito difícil fazer mais e fazer em escala paa que todas as mulheres nigerianas sejam assistidas.

Ela incluiu isso, embora eles enfrentam desafios, eles também têm histórias de sucesso.

“Sabemos que há muitas lições que aprenderam e há desafios que temos, mas temos alguns sucessos do Nordeste todo o caminho para o sul.

“Queremos garantir que façamos mais para que possamos ver especialmente as mulheres no centro das preocupações e dos avanços.

Presidente da República representa Cabo Verde em Brasília

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O Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, vai representar Cabo Verde na cimeira de chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), que decorre na segunda e terça-feira em Brasília, foi hoje anunciado.
 
 
Segundo uma nota da Presidência da República de Cabo Verde, a comitiva cabo-verdiana integra também o ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Filipe Tavares.
 
 
 
Na cimeira, que irá analisar e aprovar uma Nova Visão Estratégica da CPLP, 20 anos depois da sua criação, Cabo Verde insistirá na necessidade de apostar na livre circulação dentro do bloco lusófono.
 
“Cabo Verde defenderá, uma vez mais, a necessidade de se fazer da CPLP uma organização que deverá estar cada vez mais próxima dos cidadãos, uma verdadeira comunidade de povos, que deverá apostar progressivamente na meta da livre circulação de pessoas e bens. O que resultará numa maior cumplicidade e conhecimento recíproco da cultura dos nossos respetivos povos”, refere a Presidência cabo-verdiana.
 
Irá ainda defender a necessidade de se dotar o Instituto Internacional de Língua Portuguesa (ILLP), que tem sede na cidade da Praia, de meios necessários para promover esse conhecimento.
 
O chefe de Estado cabo-verdiano irá também “reconfirmar o sério engajamento” do país no cumprimento das metas estipuladas na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.
 
O Presidente pretende, neste aspeto, apresentar o caso de Cabo Verde como exemplo por entender que “existem no arquipélago os pressupostos que facilitam a sua concretização, como a estabilidade política, a paz social, democracia, a boa governação”.
 
Durante a cimeira, será ainda analisada a situação política nos países da CPLP, nomeadamente na Guiné Equatorial, na Guiné Bissau e Moçambique, bem como a admissão de novos membros observadores associados da comunidade, como a Costa do Marfim, o Uruguai, a Hungria, a República Checa e a Eslováquia.
 
O chefe de Estado cabo-verdiano terá durante a sua estada em Brasília vários encontros bilaterais com os seus homólogos.
 
A XI Conferência de chefes de Estado e de Governo da CPLP decorre, em Brasília, na segunda e na terça-feira, marcando a sucessão de Timor-Leste pelo Brasil na presidência da organização.
 
Na cimeira, os nove membros da CPLP deverão designar a próxima secretária executiva, Maria do Carmo Silveira, indicada por São Tomé e Príncipe, depois de um acordo, proposto por Lisboa, que prevê que, no final do mandato de dois anos, caiba a Portugal apontar o nome para este cargo.
 
Integram a CPLP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.