Angola vai precisar de 275 milhões de dólares para a desminagem

O país vai precisar de mais 275 milhões de dólares para se tornar livre de minas terrestres até 2025, revelou ontem, em Luanda , o ministro da Assistência e Reinserção Social, Gonçalves Muandumba.

Manuel da Cruz Neto recebeu o galardão e estatueta atribuidos ao Chefe de Estado pela comunidade de luta contra as minas
Fotografia: Mota Ambrósio | Edições Novembro

Em declarações à imprensa, à margem da conferência nacional sobre desminagem, que decorreu sob o lema “Angola livre de minas rumo ao desenvolvimento”, no Palácio da Justiça, o ministro disse que um dos maiores desafios de Angola é o cumprimento da Convenção de Ottawa, que orienta os países a estarem livres de minas até 2025, sobretudo de antipessoal.
A desminagem permite a livre circulação de pessoas e bens, o intercâmbio entre as províncias, o reencontro entre as famílias, a edificação de várias infra-estruturas, a implementação de grandes projectos na indústria, agricultura, fortalecendo e consolidando a paz e a democracia, disse.
O ministro informou que estão em Angola máquinas modernas de desminagem, algumas construídas tendo em conta as características do solo e o tipo de minas colocadas.
Gonçalves Muandumba disse que o Huambo é uma das províncias que está “a caminhar com passos bastante avançados”, para se declarar livre de minas em 2018. Para isso, acrescentou, é necessário o reforço dos valores financeiros, quer por parte do Executivo quer da ONG Hallo Trust que trabalha na referida província.
No ano passado, Angola desminou 247.244.630 metros quadrados e registou 16 mortes por acidentes de minas, 29 feridos e três viaturas ficaram totalmente destruídas. Ainda no ano passado, foram desminados 210.229 quilómetros de estradas em todo o território nacional. O representante do director-geral da ONG Hallo Trust, Gehard Zank, que falou em nome dos parceiros como Grupo Consultivo de Minas (MAG), Ajuda Popular da Noruega (APN), disse que desde há 25 anos que estão em Angola e vão continuar a trabalhar para ver o país livre de minas.

ONG disponíveis

Desde que há 20 anos a princesa Diana visitou Angola, as três organizações limparam 1.800 campos de minas, dentro das áreas urbanas, em redor de escolas e hospitais do Huambo, Bié e Malanje.
Este ano, mais de 1.460 campos estão por desactivar. Em Novembro de 2015, o Governo de Moçambique anunciou o seu território de livre do impacto das minas. “O mesmo também pode ser feito em Angola. “Para se alcançar o objectivo de 2025, deve-se aumentar o número de funcionários das ONG e para isso é necessário aumentar significativamente o financiamento. Para se desminar as áreas restantes são necessários 275 milhões de dólares”, disse. Gehard Zank disse que o valor pode parecer assustador, mas dividido entre os países doadores e Angola é alcançável. O general Santana André Pitra “Petrof” enalteceu o empenho do Presidente da República e recordou que o país enfrentou e venceu difíceis batalhas, sob a liderança do Chefe de Estado.
A encarregada de Negócios da União Europeia, Joana Fisher, garantiu que a sua instituição vai continuar a apoiar os esforços do Executivo angolano para tornar o país livre de minas.
Joana Fisher disse que a União Europeia já disponibilizou mais de 40 milhões de euros na implementação de projectos de desminagem, melhorar os acessos, construção e reabilitação de pontes, entre outros.
O ministro e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Manuel da Cruz Neto inaugurou uma exposição fotográfica sobre a desminagem em Angola e assistiu a um vídeo. A conferência, que tem como lema “Angola livre de minas rumo ao desenvolvimento”, termina hoje e conta com a presença de membros do Executivo, deputados, oficiais superiores das Forças Armadas Angolanas e da Polícia Nacional e representantes do corpo diplomático.

Empresários brasileiros em Angola se movimentam diante da crise

A Associação de Empresários e Executivos Brasileiros em Angola (Aebran) continua apostada no fortalecimento das relações empresariais entre Angola e Brasil, com vista ao desenvolvimento dos dois países, face ao atual contexto econômico.

Arlete Holmes Presidente de Associação
Fotografia: Maria Augusta | Edições Novembro

A afirmação é da presidente dessa associação, Arlete Holmes, que discursou na segunda edição do Happy Hour AEBRAN 2017, realizada durante esta semana, onde foi promovida uma palestra sobre a “importância do associativismo”. Arlete Holmes referiu que pretende-se igualmente estreitar as relações comerciais e culturais, os laços de amizade entre os dois países e apoiar os empresários brasileiros em Angola.
O Happy Hour é uma oportunidade empresarial para a troca de experiências e contactos fora do ambiente corporativo, abraçado por profissionais de diversas áreas, com vista a ativar os radares para novos negócios.
A palestra foi proferida pela docente universitária, Helena Prata, que referiu que o associativismo moderno é um fenômeno relativamente recente em Angola e que tem avanços e recuos em diferentes épocas, associados a períodos históricos que marcaram transformações sociais, econômicas e políticas mais significativas na sociedade angolana.
“Apesar do seu ainda incipiente desenvolvimento no ordenamento jurídico angolano, o associativismo pode afigurar-se como um pólo muito forte de desenvolvimento”, disse Helena Prata.
Fundada em 2003 a Aebran tem por objectivo impulsionar as políticas das empresas brasileiras que actuam em Angola, colaborando nas estratégias de investimento e no desenvolvimento socioeconómico do país.

Quem é Arlete Holmes?

 

Arlete Holmes Lins  – Sócia fundadora e Diretora Geral da Climed Serviços de Saúde, empresa de direito angolano registrada e em atividade desde março de 1993. Reside em Angola desde janeiro de 1985, licenciada em Administração de Empresas, cursou Ciências Sociais e especialista em Gestão de Empresas pela FGV/Rio. Participa do Conselho Cidadão ligado à Embaixada do Brasil em Angola, colabora com a Aebran desde sua fundação (2003), ocupou o cargo de Secretária Geral na diretoria executiva anterior (2012-2014) e nesta gestão(2017-2018) é a presidenta

 

Associação de Empresários e Executivos Brasileiros em Angola (Aebran)

A AEBRAN foi criada em 2003, decorrente do clima de aproximação que existia entre a comunidade empresarial brasileira e a Embaixada do Brasil em Luanda. O catalisador desse movimento foi uma feliz sugestão emitida pelo então Ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, em reunião realizada com representantes desta comunidade, durante uma visita precursora da primeira visita do Presidente Luis Inácio da Silva à Angola, realizada naquele mesmo ano.

A aprovação dos estatutos originais da associação e nomeação da Comissão Instaladora ocorreram em 11 de julho de 2003 e a publicação do mesmo no Diário da República de Angola ocorreu a 19 de agosto de 2003, sendo esta considerada a data de criação da organização.

Tendo como base o intercâmbio económico, social e cultural entre os dois países lusófonos, a AEBRAN possui mais de 50 empresas associadas, que actuam nas áreas da construção civil, mineração, venda de veículos, medicamentos, agro-indústria, agropecuária, comunicações, navegação, petróleo, propaganda e marketing. Entre este leque de negócios promissores, a AEBRAN prima pela estratégia de fortalecer a união entre o Brasil e Angola, estreitando os laços de cooperação e amizade.

Esta aproximação se dá através de eventos organizados pela AEBRAN no âmbito econômico, como os Fóruns de Debates, Encontro com Notáveis, participação em feiras comerciais e encontros com missões empresariais brasileiras em visita a Angola; em eventos culturais, como organização de shows de música brasileira; como também no setor social, o que inclui distribuição alimentos não perecíveis para entidades carentes. Entre tantos eventos, a AEBRAN se destaca por ficar á frente da Semana do Brasil, marca exclusiva da Associação que visa mostrar a diversidade cultural e étnica da nação brasileira e suas manifestações, despertando e fortalecendo as raízes comuns entre os povos angolano e brasileiro.

A AEBRAN foi criada em 2003, decorrente do clima de aproximação que existia entre a comunidade empresarial brasileira e a Embaixada do Brasil em Luanda. O catalisador desse movimento foi uma feliz sugestão emitida pelo então Ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, em reunião realizada com representantes desta comunidade, durante uma visita precursora da primeira visita do Presidente Luis Inácio da Silva à Angola, realizada naquele mesmo ano.

A aprovação dos estatutos originais da associação e nomeação da Comissão Instaladora ocorreram em 11 de julho de 2003 e a publicação do mesmo no Diário da República de Angola ocorreu a 19 de agosto de 2003, sendo esta considerada a data de criação da organização.

Tendo como base o intercâmbio económico, social e cultural entre os dois países lusófonos, a AEBRAN possui mais de 50 empresas associadas, que actuam nas áreas da construção civil, mineração, venda de veículos, medicamentos, agro-indústria, agropecuária, comunicações, navegação, petróleo, propaganda e marketing. Entre este leque de negócios promissores, a AEBRAN prima pela estratégia de fortalecer a união entre o Brasil e Angola, estreitando os laços de cooperação e amizade.

Esta aproximação se dá através de eventos organizados pela AEBRAN no âmbito econômico, como os Fóruns de Debates, Encontro com Notáveis, participação em feiras comerciais e encontros com missões empresariais brasileiras em visita a Angola; em eventos culturais, como organização de shows de música brasileira; como também no setor social, o que inclui distribuição alimentos não perecíveis para entidades carentes. Entre tantos eventos, a AEBRAN se destaca por ficar á frente da Semana do Brasil, marca exclusiva da Associação que visa mostrar a diversidade cultural e étnica da nação brasileira e suas manifestações, despertando e fortalecendo as raízes comuns entre os povos angolano e brasileiro.

MPLA quer maior participação da mulher angolana na política nacional

Luanda – O MPLA defendeu nesta quarta-feira, em Luanda, o fortalecimento do papel da mulher angolana na vida política, econômica e social, para eliminar as desigualdades de oportunidades entre homens e mulheres.

JOÃO LOURENÇO, CANDIDATO DO MPLA A PRESIDENTE DA REPÚBLICA, REÚNE COM ORGANIZAÇÕES FEMININAS

FOTO: PEDRO PARENTE

A pretensão foi expressa pelo candidato do MPLA a Presidente da República, João Lourenço, num encontro que reuniu cerca de três mil e 500 mulheres representantes de organizações femininas.

Segundo João Lourenço, a mulher angolana já deu provas de ser lutadora e vencedora em praticamente todos os domínios da vida e que presta valioso contributo à sociedade naquilo que cada uma sabe melhor fazer.

Reconhece o mérito das mulheres na educação dos filhos, e, por via  disso, na educação de gerações inteiras de angolanos, que desde o berço são forjadas para serem os homens do amanhã.

Enaltece o papel do sector feminino na economia e prometeu trabalhar em programas que visam reduzir a economia informal, com a contribuição de micro e pequenas empresas com perspectivas de crescer e gerar empregos.

Disse que quer ver mulheres envolvidas nos grandes negócios como accionistas, proprietárias ou pelo menos gestoras de médias e grandes empresas privadas em todos os ramos da economia, mediante aconselhamento empresarial.

Defende o contínuo combate ao analfabetismo, principalmente, no seio feminino por acreditar que investir na educação da mulher é dotá-la de ferramenta para enfrentar e vencer todo o tipo de discriminação e contribuir para a sua emancipação.

Com isso, disse, torná-la livre do preconceito e prepará-la para enfrentar os desafios da vida.

Apela para que participem no resgate e promoção dos valores morais e culturais, na educação do jovens para  respeitarem os mais velhos e o antigo combatente, os símbolos nacionais, o amor à pátria e a prestarem auxílio às grávidas e deficientes físicos, caso necessitem.

João Lourenço disse contar com as mulheres na luta contra o alcoolismo e a prostituição, bem como no combate ao tráfico e consumo de drogas e de jovens para escravas sexuais.

Espera que incutam na juventude a cultura do trabalho e do mérito como a única via de progresso na vida, mediante dedicação aos estudos e ao trabalho.

Caso vença as eleições, promete um Executivo bem representado do ponto de vista do género, com mulheres capazes e competentes, que vão orgulhar a todos e ajudar a construir uma Angola melhor.

Para João Lourenço, votar no 4 (número no boletim de voto) é votar no partido da paz e da reconciliação nacional e que trabalha para o desenvolvimento económico e social do país.

Reafirma o compromisso de “melhorar o que está bem e corrigir o que está mal” para que haja maior oferta de emprego, água, energia, serviços médicos, qualidade de ensino e de habitação.

Declarou que o MPLA condena todo o tipo de discriminação da mulher e os actos de violência e criminosos que atentem contra a vida e a integridade física, mental e moral desta franja da sociedade.

Após intervenções de representantes de distintas organizações femininas nacionais, João Lourenço prometeu ter em conta as preocupações apresentadas e constituir um governo que trabalhe com todas as franjas da população angolana.

 

http://www.angop.ao/angola/pt_pt/noticias/politica/2017/5/24/Angola-MPLA-quer-maior-participacao-mulher-politica-nacional,153bc4c0-28ff-47b8-8af6-c4f8fc53488c.html

Mulheres cobram maior diálogo com o candidato a Presidência de Angola

joao-lourenco

Candidato à presidência da República de Angola pelo MPLA , João Lourenço participará de reunião com a participação de mais de três mil mulheres de associações religiosas, sociais, políticas e socioprofissionais. Durante o encontro, vão usar da palavra representantes das mulheres religiosas, da Rede Mulher de Angola, das mulheres do mercado informal, das viúvas e órfãs de guerra e das mulheres rurais.
No último encontro, representantes do empresariado nacional solicitaram mais diálogo com o Governo, através da criação de um conselho de concertação económica e empresarial. Odeth Fonseca, presidente da Associação das Mulheres Empreendedoras, sublinhou que a iniciativa de dialogar com todas as classes da sociedade, reveste-se de grande importância na resolução dos problemas da mulher angolana, augurando que o candidato vai cumprir o Programa de Governo do MPLA.
Filomena de Oliveira, vice-presidente da Associação dos Empresários da Huíla, disse que o novo paradigma de trabalho entre o Governo e a classe vai proporcionar a criação de uma plataforma de concertação permanente para melhor potenciar todas as condições favoráveis que caracterizam o país. Francisco Viana, presidente da Confederação Empresarial de Angola,  manifestou-se disponível para contribuir e melhorar o que está bem e corrigir o que está errado. O empresário pediu mais diálogo, através da criação de um conselho de concertação econômica, aplaudindo o Programa de Governo do MPLA.
João Gomes, presidente do Conselho das Associações Empresariais de Angola, falou da necessidade de diálogo permanente e estruturado, acreditando que com a vitória de João Lourenço nas próximas Eleições Gerais, a política econômica vai colocar o país num lugar cimeiro no contexto regional e internacional.

 

fonte:http://jornaldeangola.sapo.ao/politica/candidato_do_mpla_ausculta_as_mulheres

Empresas de Angola discutem crédito de dois milhões de dólares com Israel

forum empressarial com israel

 

Israel tem disponíveis dois milhões de dólares (mais de 300 milhões de kwanzas) para ajudar empresas angolanas a elevarem as trocas bilaterais, anunciou ontem, em Luanda, o embaixador daquele país.

 

Israel acredita no potencial existente em Angola e promete financiar projectos nos vários sectores da vida económica para realizar negócios

 

Oren Rosemblat disse no I fórum empresarial Angola-Israel que, apesar da baixa do preço do petróleo – que afetou em grande medida a economia angolana -, Israel considera haver em Angola oportunidades de negócio, pelo que “Israel vai ajudar a financiar e os bancos vão dar créditos para que os negócios se efectivem.”

Quinze dos sectores de serviços: energia, agricultura, defesa, segurança militar e social, imigração e comércio participam no encontro que encerra amanhã, inspirado pela declaração do embaixador que afirmou que se “os dois países têm boas relações, temos a obrigação de levá-los a fazer bons negócios.”
O fórum, promovido pela Câmara de Comércio Angola-Israel (CCAI) visa uma troca de experiências para elevar os níveis de conhecimento mútuo entre empresas dos dois países e assinar contratos de parceria.
O presidente da CCIA, Haim Taib, disse que o órgão tem como objectivo “construir pontes” entre os empresários e instituições empresariais dos dois países e constitui uma plataforma de promoção e desenvolvimento de relações comerciais bilaterais, através de missões empresariais e de entidades oficiais.
“A CCAI tem como prioridade o estreitamento de laços empresariais entre os dois Estados, a promoção de cooperação bilateral, a promoção das relações empresariais entre os dois países e a apresentação de áreas de interesse”, disse. Os últimos dados disponíveis, de 2014, indicam que o volume de negócios israelitas em Angola se cifrou em 64 milhões de dólares (cerca de 11 mil milhões de kwanzas), absorvidos pelos sectores de maquinaria, metais, transportes, plásticos e borracha, instrumentos, têxteis, vegetais, produtos alimentares e químicos.
O embaixador de Angola em Israel, Francisco dos Santos, afirmou que Angola está aberta para cooperar com empresas estrangeiras de vários países e que o fórum é uma oportunidade para criar parcerias, principalmente para a transferência de conhecimento. “A presença do CCAI vai impulsionar as relações já existentes nas diversas áreas e aumentar o volume de comércio entre os dois países”, sublinhou.
José Alentejo, do secretariado geral da CCAI, disse à delegação israelita que Angola é um bom destino para investir e que o mercado oferece oportunidades às empresas sediadas no país, para expandirem os seus negócios na região da Comunidade de Desenvolvimento dos Países da África Austral (SADC), um mercado com mais de 200 milhões de consumidores.
São razões para investir em Angola, continuou José Alentejo, o facto de ser o sétimo maior território de África, o quinto maior produtor mundial de diamantes, o segundo maior produtor de petróleo e gás do continente e ter acesso a 12 por cento dos lençóis aquáticos africanos nos principais rios: Kwanza, Zaire, Cunene e Cubango.
Angola é rica em fauna e flora, tem a segunda maior floresta do mundo, o Maiombe, e tem os 25 principais minérios, tais como diamantes, ferro, ouro, fosfato, manganês, cobre, chumbo, zinco, volfrâmio, tungsténio, titânio, crómio, mármore, granito e urânio, microclimas diversos além da estabilidade política e económica desde 2002.

José Alentejo acrescentou que Angola tem, no âmbito da estratégia da diversificação da economia, o Plano Nacional de Desenvolvimento PND 2013/ 2017, no qual são inventariados 390 projectos estruturantes para o desenvolvimento industrial.
A delegação israelita é liderada pelo ex-vice-primeiro ministro de Israel, Silvano Shalom, e integra potenciais parceiros interessados em partilhar conhecimentos e recursos tecnológicos.

A Câmara de Comércio Angola-Israel foi criada há um ano e tem 44 membros registados. O fórum aborda temas ligados às “Oportunidades de negócio em Angola”, “Investir em Angola” e “Áreas privilegiadas para o investimento em Angola”.

http://jornaldeangola.sapo.ao/economia/governo_de_israel_anuncia_financiamento

Qual o vencimento-base do presidente de Angola?

 

Jose Eduardo

De acordo com o Decreto Presidencial n.º 95/17, de 8 de Junho, o vencimento-base do Presidente da República passa a ser de 640.129,84 kwanzas e as despesas de representação de 384.077,90, o que perfaz um total de1.024.207,74 kwanzas (6.207 dólares). O Vice-Presidente da República passa a auferir uma remuneração de 843.371,06(5.111 dólares), sendo 544.110,36 kwanzas de vencimento-base e 299.260,70 kwanzas de despesas de representação. O ministro de Estado tem um vencimento-base de 512.103,87 kwanzas e 256.051,94 kwanzas de despesas de representação, totalizando um salário líquido de 768.155,81 kwanzas.
Seiscentos e noventa e seis mil e cento e quarenta e um kwanzas mais vinte cêntimos é a remuneração de um ministro e governador provincial, repartidos em 480.097,38 kwanzas de vencimento-base e 216.043,82 kwanzas de despesas de representação. O secretário de Estado, vice-ministro e vice-governador passam a receber 448.090,89 kwanzas de salário-base mais 179.236,35 de despesas de representação, o que totaliza 627.327,24 kwanzas. O Presidente da República aprovou igualmente o Decreto n.º 96/17, também de 8 de Junho, que reajusta os vencimentos-base dos funcionários públicos das carreiras do Regime Geral.
O assessor principal passa a receber 333.748,18 kwanzas, o primeiro assessor 301.962,64 kwanzas, o assessor 270.177,10 kwanzas, o técnico superior principal 214.552,40 kwanzas, enquanto o técnico superior de 1.ª classe 190.713,25 kwanzas. O vencimento-base do técnico superior de 2.ª classe e do técnico especialista principal é de 166.874,09 kwanzas, do técnico especialista de 1.ª classe 150.981,32 kwanzas, o de 2.ª classe 139.061,74 kwanzas, enquanto o do técnico médio principal de 1.ª classe é de 89.907,67 kwanzas.

 

O Decreto Presidencial n.º 97/17, igualmente de 8 de Junho, aprova o reajustamento dos vencimentos-base dos funcionários públicos titulares de cargos de direção e chefia do Regime Geral. Assim, o vencimento-base do director nacional, secretário-geral, diretor do gabinete do membro do Governo e o inspector-geral é de 340.422,87 kwanzas e as despesas de representação são de 68.084,57 kwanzas, perfazendo uma remuneração total de 408.507,44 kwanzas.
Na administração local, o vencimento-base do delegado e director provincial, inspector provincial e administrador municipal é de 304.588,88 kwanzas e as despesas de representação de 60.917,78 kwanzas, o que totaliza uma remuneração de 365.506,66 kwanzas. O administrador municipal-adjunto passa a receber 250.837,90 kwanzas, despesas de representação de 50.167,58 kwanzas, totalizando um vencimento líquido de 301.005,48 kwanzas.
O administrador comunal aufere um vencimento-base de 215.003,92 kwanzas, despesas de representação de 43.000,78 kwanzas, recebendo no total 258.004,70. Já o administrador comunal-adjunto tem como vencimento-base de 179.169,93, despesas de representação de 35.833,99 kwanzas, totalizando 215.003,92 kwanzas.

http://jornaldeangola.sapo.ao/politica/estado_reajusta_salarios

Quanto ganha o presidente de Angola?

 

Jose Eduardo

De acordo com o Decreto Presidencial n.º 95/17, de 8 de Junho, o vencimento-base do Presidente da República passa a ser de 640.129,84 kwanzas e as despesas de representação de 384.077,90, o que perfaz um total de 1.024.207,74 kwanzas (6.207 dólares). O Vice-Presidente da República passa a auferir uma remuneração de 843.371,06(5.111 dólares), sendo 544.110,36 kwanzas de vencimento-base e 299.260,70 kwanzas de despesas de representação. O ministro de Estado tem um vencimento-base de 512.103,87 kwanzas e 256.051,94 kwanzas de despesas de representação, totalizando um salário líquido de 768.155,81 kwanzas.
Seiscentos e noventa e seis mil e cento e quarenta e um kwanzas mais vinte cêntimos é a remuneração de um ministro e governador provincial, repartidos em 480.097,38 kwanzas de vencimento-base e 216.043,82 kwanzas de despesas de representação. O secretário de Estado, vice-ministro e vice-governador passam a receber 448.090,89 kwanzas de salário-base mais 179.236,35 de despesas de representação, o que totaliza 627.327,24 kwanzas. O Presidente da República aprovou igualmente o Decreto n.º 96/17, também de 8 de Junho, que reajusta os vencimentos-base dos funcionários públicos das carreiras do Regime Geral.
O assessor principal passa a receber 333.748,18 kwanzas, o primeiro assessor 301.962,64 kwanzas, o assessor 270.177,10 kwanzas, o técnico superior principal 214.552,40 kwanzas, enquanto o técnico superior de 1.ª classe 190.713,25 kwanzas. O vencimento-base do técnico superior de 2.ª classe e do técnico especialista principal é de 166.874,09 kwanzas, do técnico especialista de 1.ª classe 150.981,32 kwanzas, o de 2.ª classe 139.061,74 kwanzas, enquanto o do técnico médio principal de 1.ª classe é de 89.907,67 kwanzas.

 

O Decreto Presidencial n.º 97/17, igualmente de 8 de Junho, aprova o reajustamento dos vencimentos-base dos funcionários públicos titulares de cargos de direção e chefia do Regime Geral. Assim, o vencimento-base do director nacional, secretário-geral, diretor do gabinete do membro do Governo e o inspector-geral é de 340.422,87 kwanzas e as despesas de representação são de 68.084,57 kwanzas, perfazendo uma remuneração total de 408.507,44 kwanzas.
Na administração local, o vencimento-base do delegado e director provincial, inspector provincial e administrador municipal é de 304.588,88 kwanzas e as despesas de representação de 60.917,78 kwanzas, o que totaliza uma remuneração de 365.506,66 kwanzas. O administrador municipal-adjunto passa a receber 250.837,90 kwanzas, despesas de representação de 50.167,58 kwanzas, totalizando um vencimento líquido de 301.005,48 kwanzas.
O administrador comunal aufere um vencimento-base de 215.003,92 kwanzas, despesas de representação de 43.000,78 kwanzas, recebendo no total 258.004,70. Já o administrador comunal-adjunto tem como vencimento-base de 179.169,93, despesas de representação de 35.833,99 kwanzas, totalizando 215.003,92 kwanzas.

Fonte:http://jornaldeangola.sapo.ao/politica/estado_reajusta_salarios

Quantos hipertensos existem em Angola?

hipertensão

 

O estudo sobre a prevalência da Hipertensão “May Measurement Month”, abrange 100 países, entre eles está  Angola que realizou medições nas províncias de Luanda, Benguela, Huíla e Cabinda, e pretende atingir na primeira quinzena deste mês 10 mil medições.

Segundo o coordenador, o estudo visa saber como está a tensão arterial e qual a prevalência da hipertensão em vários países do mundo.

“Nós queremos uma meta bastante ambiciosa, até aos dois anos subsequentes de recolha de dados, poder atingir um universo de mais de 100.000 angolanos incluídos no estudo. Até ao dia 15 nós queremos estar próximos das 10.000 medições”, disse Mário Fernandes à rádio pública angolana.

O responsável acrescentou que a pesquisa irá permitir que as autoridades sanitárias angolanas tenham uma ideia concreta de quantos hipertensos existem em Angola, qual a sua percentagem na população global e sobretudo qual o perfil do doente hipertenso no país, bem como as faixas etárias em que a doença é mais prevalente.

“São dados que nós estamos há muitos anos à procura”, frisou o médico cardiologista.

http://lifestyle.sapo.ao/saude/saude-e-medicina/artigos/angola-responde-a-estudo-internacional-com-medicao-arterial-a-mais-de-9-000-pessoas

Investidores Indianos conversam com angolanos

 

Uma delegação chefiada pelo ministro da Economia, Abrahão Gourgel, organiza na Índia um evento de captação de investimento directo externo para promover a diversificação da economia nacional e impulsionar a actividade empresarial privada.

Ministro da Economia chefia delegação composta por vice-governadores de quatro províncias na deslocação à Índia
Fotografia: Vigas da Purificação | Edições Novembro

Denominado Road-show para Captação de Investimento Directo Externo ao Empresariado da Índia, o encontro começa amanhã e decorre até sexta-feira com o objectivo de alavancar a cooperação económica bilateral nos sectores da agricultura, silvicultura, minas, energia, indústria transformadora, transportes e logística.
Um comunicado do Ministério da Economia indica que a actividade é uma acção de promoção das potencialidades económicas, oportunidades de negócio e de investimento em Angola, por forma a captar investimento da Índia, uma economia com reconhecida experiência nos sectores que contribuem para a diversificação económica angolana.
Além de mobilizar o maior número possível de investidores indianos para o processo de atracção de investimento directo externo para Angola, o Road-show tem como foco demonstrar a atractividade de Angola como destino de investimento indiano, gerar com sucesso a confiança dos investidores indianos, criar um perfil de oportunidades de negócio e investimento, para o aumento dos fluxos de investimento directo indiano em Angola, mobilizar e convencer o empresariado indiano a investir em Angola nos sectores prioritários e alavancar a cooperação económica bilateral produtiva.
O Ministério da Economia indica que este primeiro Road-show para captação de investimento directo externo ao empresariado da Índia é objecto de uma agenda político-diplomática a ser realizada em Nova Deli, e secundada por três conferências, nas cidades de Deli, Chennai e Mumbai, onde além das apresentações sectoriais, vão ser igualmente apresentadas as oportunidades de negócio e investimento em Angola nas províncias do Zaire, Huambo, Bengo e Huíla. Por isso, a delegação angolana é igualmente integrada pelos secretários de Estado da Indústria, Kiala Gabriel, da Geologia e Minas, Manuel Domingos Almeida, e dos Transportes, Mário Miguel Domingues, além dos vice-governadores para Esfera Económica das províncias do Huambo, Zaire, Bengo e Huíla.

Encontros hoje

piyush.jpgO ministro da Economia tem hoje encontros com os ministros de Estado da Agricultura e Bem Estar dos Agricultores, S.S. Aluwalia, do Carvão, Minas e Energias Renováveis, Piyush Goyal, do Comércio, Nirmala Sitharaman, com o dos Assuntos Externos, e com alguns grupos empresariais indianos.
Abrahão Gourgel vai estabelecer contactos com instituições indianas para que se possa obter parcerias vantajosas, no âmbito da criação de capacidades produtivas e diversificação da economia nacional, com destaque para o contacto com a direcção do EXIMBANK ÍNDIA, do IDBI (Banco de Desenvolvimento), além da realização de uma conferência de oportunidades e potencialidades de investimento em Angola.

http://jornaldeangola.sapo.ao/politica/delegacao_esta_na_india_para_atrair_investidores

Angola legisla sobre os direitos dos ex-Presidentes da República e suas famílias

Porta-voz da Assembleia Nacional Emília Carlota Dias confirmou a agenda para o dia 22

 

O projeto de lei orgânica sobre o Regime Jurídico dos ex-Presidentes e Vice-Presidentes da República de Angola após a cessação de mandato vai à votação final global pela Assembleia Nacional no dia 22 deste mês.

Os líderes dos grupos parlamentares da CASA-CE e do PRS, André Mendes de Carvalho e Benedito Daniel, respectivamente, discordam que os documentos sejam discutidos e aprovados com carácter de urgência, apesar de reconhecerem a pertinência das matérias em causa.
Para André Mendes de Carvalho, os diplomas deviam seguir o curso normal de aprovação, para permitir que sejam devidamente apreciados na generalidade e na especialidade, antes da votação final global pelo plenário da Assembleia Nacional. “Não estamos de acordo que se discutam os documentos como um processo de urgência, em que cada grupo parlamentar vai ter apenas dez minutos para se pronunciar”, declarou o líder do Grupo Parlamentar da CASA-CE.
O presidente do Grupo Parlamentar do Partido de Renovação Social, Benedito Daniel, manifestou o seu desagrado pela alteração constante das características do Bilhete de Identidade. Desta vez, sugeriu o deputado, deve haver alguma cautela, para que o documento possa durar mais tempo.
Em resposta às reclamações dos líderes dos partidos da oposição, o presidente do Grupo Parlamentar do MPLA disse que o projecto de lei orgânica sobre o Regime Jurídico dos ex-Presidentes e Vice-Presidentes da República de Angola após a cessação de mandato está a ser submetido à aprovação nesta altura porque, pela primeira vez em Angola, vão surgir as figuras de ex-Presidente e Vice-Presidente da República que cessam os mandatos eleitorais.
O diploma, elaborado a partir do artigo 133º da Constituição da República, que trata desta matéria, vai também salvaguardar o estatuto do primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, e os direitos da sua família. “Queremos elevar para lei essas matérias, para abranger não apenas os ex-Presidentes e Vice-Presidentes que vão cessar os seus mandatos, mas também para os futuros dirigentes”, esclareceu Virgílio de Fontes Pereira.
O deputado do MPLA considerou o pedido de urgência para a aprovação do diploma “um procedimento normal” que consta do Regimento da Assembleia Nacional, que foi accionado porque, do ponto de vista político, é apropriado, para o MPLA, discutir essa matéria no período de campanha eleitoral.

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