Presidente de Angola destaca a necessidade de adaptação à crise econômica

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O Presidente da República José Eduardo dos Santos destacou nesta segunda-feira, 19, em Luanda, a rápida adaptação da sociedade angolana ao contexto de crise.

 

Após um ano de 2016 caracterizado por dificuldades no domínio económico e financeiro, o Presidente da República José Eduardo dos Santos destacou nesta segunda-feira, 19, em Luanda, a rápida adaptação da sociedade angolana ao contexto de crise e realçou as iniciativas para superar os desafios daí resultantes.

Segundo o Chefe de Estado, que falava nesta segunda-feira, 19, em Luanda, na cerimónia de cumprimentos de fim de ano, o Governo, as empresas e as famílias tiveram que adaptarem-se a situação.
A referida adaptação teve como suporte acções e várias iniciativas para atenuar as dificuldades e criarem condições para superar todos os desafios.

As nossas receitas financeiras diminuíram e o Governo, as empresas e famílias tiveram que habituar-se a gastarem menos para resolverem os seus problemas com êxito, referiu o estadista angolano.
Dentro desse quadro, o Presidente da República salientou o facto dos angolanos não terem perdido o rumo e o “país não parou”.

Funcionários públicos, prosseguiu o estadista, empresários, operários camponeses, intelectuais e quadros passaram a trabalhar mais, a poupar mais e fazer tudo para multiplicar o que temos.

Reconheceu o esforço das famílias para que nessa quadra festiva (Natal e Ano Novo) não faltasse o necessário, daí que será possível celebrar esse período com coesão familiar, espírito natalício, fraternidade, solidariedade e paz.

De acordo com o Titular do Poder Executivo, a crise económica despertou nos angolanos maior consciência para o trabalho, controle racional dos gastos, mais disciplina e melhores resultados.

Considerou fundamental a continuação da criação de condições para proporcionar o bem-estar à população, concluindo os projectos em execução no próximo ano a fim de garantir mais educação, saúde, serviços de energia e águas e habitação.

Disse ser metas que vão resultar em maiores oportunidades de emprego para a juventude do país.

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