16 regras dos falsificadores ocidentais

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Na sua obra ” Discours Afrocentriste Sur L’aliénation Culturelle”, Jean-Philippe Omotunde, nascido em Guadalupe, revela-nos 16 regras aplicadas pelos historiadores ocidentais com a finalidade de justificar a mão da Europa sobre às riquezas do planeta e particularmente d’África:
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REGRA n° 1: Não perder de vista o objectivo supremo: negar toda inteligência civilizacional aos povos “d’África negra”. Qualquer demonstração deve levar explicitamente ou implicitamente a essa conclusão. Convém manter no espírito do público a visão de uma África selvagem, não civilizada que serve de justificação hipócrita para o Ocidente.
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REGRA n° 2: Evitar mencionar os escritos valorizadores dos povos estrangeiros tendo entrado em África, não importa o período. Negar por todos os meios os seus atestados quanto à origem negra dos factos civilizacionais descritos (realizações arquitectónicas, organização social, descobertas, etc…).
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REGRA n° 3: Fazer tudo para negar a origem negra africana dos antigos egípcios (documentários, artigos de imprensa, obras históricas, Sites…). Negar ou burilar os escritos dos gregos antigos, dos árabes antigos e dos judeus antigos, testemunhas visuais da origem africana dessa civilização. Nunca citar as passagens em causa. Tratar com escárnio qualquer autor retomando as citações em causa.Omotunde
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REGRA n° 4: Mexer a documentação histórica africana: falsificar os textos, as datações, os murais de parede, multiplicar os erros de tradução. Evitar qualquer documento africano revelando a origem negra dos egípcios antigos.
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REGRA n° 5: Evitar divulgar os verdadeiros resultados das escavações arqueológicas e das datações de carbono 14, com a finalidade de colocar continuamente a Mesopotâmia diante de África para as descobertas cruciais (invenções da escrita, matemática, astronomia, etc… ). Para a Mesopotâmia, manter o representação artística: quem descobriu? Quem tem datado? Quando? Onde? Como? Eis as perguntas a que nunca se deve responder.
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REGRA n° 6: Nunca citar os resultados dos colóquios internacionais de confronto de teses históricas e científicas entre pesquisadores panafricanistas e ocidentais. Manter em silêncio a existência dos relatórios, pois estes estão todos em desvantagem das teses históricas ocidentais.
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REGRA n° 7: Nunca convidar um pesquisador não-Ocidental para um debate público sobre a história da humanidade, pois correria o risco de revelar os seus subterfúgios.
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REGRAS n° 8: Apresentar as análises históricas actuais como exatas mesmo que estejam em perfeita contradição com a confissão dos historiadores antigos. Passar em silêncio a existência de documentos contraditórios às suas teses.
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REGRA n° 9: Defender explicitamente ou implicitamente, através de toda a análise histórica, a superioridade intelectual dos povos Nórdicos sobre a África negra. Negar a herança africana (Ciências, cultura, espiritualidade, etc…) por todos os meios desonestos.
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Regra n° 10: Nunca revelar a íntegra da documentação histórica universal, pois esta diligência arrisca-se a prejudicar as teses ocidentais. Nunca citar os trabalhos de qualquer pesquisador ou especialista africano. Preservar por todos os meios a tutela intelectual ocidental.
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Regra n° 11: Injectar artificialmente nas consciências dos africanos, a lembrança de uma África selvagem, perpetuamente escravizada, à deriva, civilizada pelo ocidente e sem futuro. Tirar proveito da ignorância dos negros sobre a sua própria história para mantê-los eternamente em servidão.
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Regra n° 12: Colocar em quarentena qualquer pesquisador ocidental recusado a colaborar. Rescindir as encomendas de suas obras, evitar convidá-los para debates e excluí-los das listas bibliográficas nas Universidades.
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Regra n° 13: Nunca promova uma obra emanada de um autor panafricano que apresente a África de forma positiva e pragmática. Pelo contrário, chamar qualquer autor africano, depreciativo ao continente.
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Regra n° 14: Fazer com que os africanos se convencem da sua responsabilidade no declínio de África e esperarem a sua salvação de fora.
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Regra n° 15: Negar a herança espiritual de África e manter a imagem de uma África maldita, tendo recurso a textos religiosos subversivos e sem fundamento histórico (ex. Maldição de Cam).
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Regra n° 16: Através das obras históricas destinadas às crianças, induzir explicitamente ou implicitamente a visão da hierarquização das raças. Apresentar os personagens negros exclusivamente em posição servil mesmo que se trate de civilizações implantadas em África. Preferir, cenários precários (Cabanas de palha) aos grandes impérios negros como local de desenrolar das ações. Passar em silêncio as aulas reais dos grandes impérios, e o prestígio internacional das civilizações africanas.