Menino ganense de quinze anos construiu uma casa, com material reciclavel

Com dois andares e um sistema elétrico completo, a mansão foi construída em Gana e é forte o suficiente para que a família viva ali de maneira segura

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Reprodução/Facebook

A “mansão” de madeira foi construída na região de Brong-Ahafo, em Gana

Benjamin Mensah tem apenas 15 anos e ainda está cursando o Ensino Médio, mas, apesar da pouca idade, possui habilidades e talentos muito especiais. Morador da região de Brong-Ahafo, em Gana, ele construiu uma verdadeira ‘mansão’ usando apenas seus conhecimentos e tábuas de madeira encontradas no lixo.

 

De acordo com o portal Naij , a ‘ mansão ’ foi construída na cidade de Seikwa e pode não ser uma representação fiel da imagem de uma casa luxuosa, mas possui dois andares e sua estrutura é forte o suficiente para que pessoas vivam ali dentro. Além disso, ela também conta com um sistema elétrico e todas as instalações necessárias para a família.

Em entrevista para a imprensa local, o adolescente contou que não precisou de muito dinheiro para projetar a residência e colocar suas ideias inovadoras em prática. Todos os materiais usados foram coletados do lixo: quando ele se deparava com algo que poderia ser útil, não pensava duas vezes antes de pegá-lo.

E se você pensou que os talentos do garoto estavam limitados à arquitetura e engenharia civil, saiba que ele já está trabalhando em um novo projeto. Dessa vez, ele consiste em um carro feito de madeira , assim como sua nova casa.

O responsável pela construção da mansão (esquerda) tem apenas 15 anos e ainda está cursando o Ensino Médio
Reprodução/Facebook

O responsável pela construção da mansão (esquerda) tem apenas 15 anos e ainda está cursando o Ensino Médio

Fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2018-06-13/mansao-madeira.html

Compra de casas em Luanda é disputadissimo e acaba em menos de uma hora

Luanda – Funcionários da função pública, trabalhadores das empresas públicas e privadas estão excluídos de concorrer a compra de casas na modalidade de venda público livre, aberta hoje via internet pela Imogestin nas centralidades de Capari (Bengo) e KM44 (Luanda).

CENTRALIDADE DO KM 44 PRONTO PARA ALBERGAR HABITANTES

FOTO: PEDRO PARENTE

Segundo o presidente da Imogestin, Rui Cruz, que falava em conferência de imprensa para prestar esclarecimentos acerca do processo de candidaturas de compra de casas, que durou menos de uma hora, as candidaturas de funcionários públicos e privados que forem detectadas serão retiradas do sistema.

A prioridade nestas duas centralidades (KM44 e Capari) é para cidadãos abrangidos pelo regime de venda pública livre e destina-se apenas a particulares, trabalhadores por conta própria e reformados.

Quanto aos trabalhadores da função pública, empresas públicas e privadas, o processo começa dentro de dois meses e será feito através da própria instituição ou empresa interessada em adquirir habitações para os funcionários.

Hoje, a Imogestin colocou à disposição dos concorrentes 505 habitações na centralidade do KM44 e 813 em Capari.

De acordo com Rui Cruz, nesta primeira fase, foram apenas postas à disposição este número de residências, cujas infra-estruturas exteriores estão concluídas.

As restantes  habitações  só serão  disponibilizadas quando as infra-estruturas  estiverem concluídas. Nesta  altura  haverá  novamente  a  reabertura  de venda ao público livre.

No processo aberto hoje, através do seu portal http://www.imocandidaturas.co.ao, a Imogestin  registou em três  horas 30 mil acessos para a busca de informações  sobre o processo de candidaturas.

Quanto aos processos recebidos, os mesmos vão passar para uma  segunda fase para a sua validação (entre 20 a 30 dias).

http://m.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/economia/2017/6/27/Funcionarios-publicos-privados-excluidos-candidatura-venda-livre-habitacoes,2a40eb6f-06bb-430d-854e-11aa8da70a95.html

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Cabo Verde tem novo Governo: Primeiro Ministro promete determinação e firmeza para ultrapassar desafios

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O novo primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, garantiu esta sexta-feira à noite, durante a cerimónia de posse do seu Governo, que vai com determinação e firmeza trabalhar para dar solução aos desafios que a economia global impõe ao país. Foi em tom optimista que Correia e Silva referiu haver no país “uma gama de oportunidades que deverão se exploradas”. O chefe do Governo reafirmou os “compromissos” que apresentou na sua Plataforma Eleitoral, principalmente a criação de 45 mil empregos nos cinco anos da sua legislatura. Já o Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, que conferiu posse a Correia e Silva, disse que dificilmente haverá período de graça e pediu ao novo Governo que comece a trabalhar para o país.

Cabo Verde tem novo Governo: PM promete determinação e firmeza para ultrapassar desafios

No seu discurso de posse, o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, disse que está ciente da “difícil situação” econômica e financeira do país, agravada pelo contexto externo “particularmente difícil, complexo, incerto e exigente”.

Mas garantiu determinação e firmeza para ultrapassar os desafios da economia global. E é nesta linha que Correia e Silva voltou a reiterar a sua promessa de criar 45 mil empregos, nos próximos cinco anos, para fazer face ao desemprego, um dos seus maiores desafios da sua legislatura. Ulisses Correia e Silva assegurou que não irá elaborar nem tão-pouco financiar programas para gerir a pobreza, porque, vai, sim, acabar com ela, prometeu.

O novel Primeiro Ministro fez uma revisão dos seus “compromissos” em áreas como ambiente de negócio, segurança jurídica, fiscalidade, instrumentos de financiamento, melhor sistema de transportes, energia, qualificação dos recursos humanos, flexibilidade do mercado laboral, acordos estratégicos em sede de concertação social, cooperação, combate à insegurança, regionalização, saúde, segurança alimentar, proteção social, habitação, ambiente político, entre outros.

Estes são desideratos que Silva quer atingir para o bem de Cabo Verde, porque segundo reafirmou, o seu executivo vai governar para todos os cabo-verdianos. O líder do MpD em tom optimista realçou que acredita em Cabo Verde. Também agradeceu ao Governo cessante pelos “relevantes serviços” prestados ao país. Palavras corroboradas pelo presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, que conferiu posse ao novo Governo.

Aliás, esta é uma das obrigações constitucionais que assume “com inegável prazer”, referiu Jorge Carlos Fonseca, destacando que “o Governo Constitucional e o Parlamento foram eleitos sob o signo do civismo, da tolerância e do respeito pelas diferenças”.

O Mais Alto Magistrado da Nação destacou que “as expectativas dos cabo-verdianos para com este Executivo são enormes e as pressões vão ser muitas”. Pelo que, no seu entender, muito dificilmente o Governo de Ulisses Correia e Silva poderá gozar do dito período de graça, porque terá de entrar logo a trabalhar para o bem do país. No entanto, aproveitou para lembrar aos cidadãos que é legitimo exigirem a materialização da Plataforma Eleitoral de Correia e Silva, mas sublinhou que “não se fará tudo ao mesmo tempo”.

Sanny Fonseca

http://www.asemana.publ.cv/spip.php?article117972&ak=1