Moçambique insta pequenas e médias empresas à cooperação com estrangeiros

A Feira Internacional de Maputo (FACIM) constitui uma oportunidade única para garantir o fortalecimento da cooperação entre Moçambique e outros países, disse segunda-feira o Chefe do Estado, Filipe Nyusi, ao proceder à inauguração da 53.ª edição da maior feira comercial do país.

Empresas chamadas a aproveitar as oportunidades da feira
Fotografia: Elisio Muchanga | Facim

Filipe Nyusi aproveitou a ocasião para se dirigir às pequenas e médias empresas (PME), convidando os seus responsáveis a procurarem contactos com as empresas estrangeiras presentes no certame, a fim de procurarem exportar mais produtos moçambicanos.
Enaltecendo o papel das pequenas e médias empresas no processo de diversificação da economia, Filipe Nyusi disse representar a feira “mais uma oportunidade para alargar o mercado e os produtos nacionais, internacionalizar a economia moçambicana, expor as potencialidades de produção e aumentar a diversificação de exportações”. “Esperamos que, nesta edição da FACIM, as PME identifiquem e conjuguem parcerias de ganhos quantitativos e qualitativos a nível de acesso de tecnologias, conhecimento e fortalecimento do capital, disse o presidente moçambicano.
Filipe Nyusi acrescentou que a Feira Internacional de Maputo, enquanto fórum anual e multissectorial, tem a faculdade de congregar, num único espaço, todos os sectores económicos à escala nacional, consagrando-se num lugar privilegiado de encontro para os empresários nacionais e estrangeiros.
A edição deste ano conta com a participação de 20 países estrangeiros e um total de 1.900 expositores, dos quais 1.600 são empresas nacionais e 250 estrangeiras. A 53ª edição da Feira Internacional de Maputo decorre até ao dia 3 de Setembro, nas instalações de Ricatla, distrito de Marracuene, província de Maputo, e está a ser visitada por várias pessoas.

 

http://jornaldeangola.sapo.ao/economia/mercados/filipe_nyusi_incentiva_expositores_nacionais

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Brasil na Feira Internacional de Moçambique

FACIM 2017

O Brasil por meio da Apex organizou a participação brasileira na 53ª edição da Feira Agro-pecuária, Comercial e Industrial de Moçambique 2017(-FACIM-2017), articulando o setor de Alimentos e Bebidas, Agronegócios, Máquinas e Equipamentos, Casa e Construção. A FACIM é uma feira multissetorial em Moçambique organizada pelo IPEX – Instituto de Apoio a Exportação – que busca facilitar o contato com os expositores internacionais e estimular o consumo e integração econômica de Moçambique na economia

Maputo acolheu nesta segunda-feira (28), a 53ª edição da (FACIM 2017), a maior mostra para exposição de produtos e potencialidades nacionais, no distrito de Marracuene, província de Maputo.

O ato de aberto do certame foi dirigido pelo Presidente da Republica, Filipe Nyusi, que durante a inauguração visitou alguns pavilhões em que estão expostas as potencialidades de produção e de exportação nacionais, bem como do empresariado estrangeiro. O Chefe de Estado orientou ainda a cerimónia de premiacão dos melhores exportadores moçambicanos.

Falando à nossa reportagem, a directoras província da Indústria e Comércio de Gaza, Ana Izdine, afirma que o balanço do primeiro dia da exposição e afirmam ainda reinar neste Feira as maiores expectativas.
Pouco mais de 500 empresas estrangeiras na Feira
Projecções do Ministério da Indústria e Comércio, entidade responsável pela organização do evento que decorre desde esta segunda-feira até o dia 3 de Setembro próximo, aponta para a participação oficial de vinte e seis países, 540 empresas estrangeiras e 1490 expositores nacionais, enquanto o número de visitantes esperados e de cerca de 86 mil.
Este ano a FACIM decorre sob o lema: “Fortalecendo as Parcerias de Investimento Nacional e Estrangeiro em Moçambique”. A Bielorrússia que participa pela primeira vez nesta Feira, junta-se a lista de países como Portugal, Brasil, África do Sul, Angola, Reino Unido, entre outros já tradicionais no certame.

Cabo Verde anulou o concurso internacional para a subconcessão de portos do país

 

O Governo de Cabo Verde anulou o concurso internacional para a subconcessão dos principais portos do país, ao qual havia sido apresentada uma única proposta parcial por parte do grupo francês Bolloré, de acordo com um comunicado oficial na terça-feira divulgado em Praia.

Concurso para gestão de portos atraiu apenas um concorrente
Fotografia: DR

A 15 de Julho de 2015, foi lançado o concurso internacional para a subconcessão dos principais portos de Cabo Verde, dividindo-os em dois blocos, sendo o primeiro composto pelos portos da Praia e do Mindelo e o segundo pelos de Palmeira e Sal-Rei, Sal e Boa Vista, respectivamente.O grupo Bolloré foi a única empresa a submeter uma proposta técnica e financeira para a subconcessão do primeiro bloco, não tendo sido apresentada nenhuma para o bloco que reunia os portos do Palmeira e Sal-Rei, Sal e Boa Vista.
O comunicado oficial adianta que o Governo actual, após a análise do processo, concluiu que o modelo de subconcessão, anteriormente adoptado para a exploração dos principais portos de Cabo Verde, não responde às exigências da nova visão e da estratégia definidas.

Cabo Verde aprova decreto que privatiza companhia aérea TACV

 

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O Governo cabo-verdiano anunciou hoje que aprovou o decreto-lei que estabelece o regime jurídico para a privatização do negócio internacional da transportadora aérea pública TACV, que esta semana deixou de voar a nível doméstico.

O anúncio foi feito pelo ministro dos Negócios Estrangeiros e da Defesa, Luís Filipe Tavares, para dar conta das decisões saídas da reunião do Conselho de Ministros.

O ministro não avançou mais dados, informando apenas que as negociações estão em fase final e remeteu mais informações para quando o decreto for publicado no Boletim Oficial.

Em entrevista à agência Lusa há duas semanas, o ministro das Finanças, Olavo Correia, disse que há vários interessados no negócio da TACV Internacional e que as negociações prosseguem para encontrar um parceiro estratégico que assegure a gestão e parte do capital.

 

O ministro não avançou nomes de empresas com as quais o Governo está a negociar, mas salientou que a ideia é transformar o arquipélago num ‘hub’ [plataforma] de transportes aéreos no Atlântico médio.

O governante admitiu que o Estado cabo-verdiano venha a ter participação no capital da TACV Internacional, mas recusou injetar recursos para ter ações da empresa.

Olavo Correia disse que o Estado pode viabilizar ativos da empresa em capital, apontando como exemplos as agências, as rotas e as licenças de voo, defendendo sempre o património do Estado.

A privatização do negócio internacional está enquadrada na reestruturação da companhia aérea pública cabo-verdiana, que deixou de operar a nível doméstico.

Esta semana começou a funcionar o acordo com a Binter CV, que é, desde terça-feira, a única companhia a fazer os voos entre as ilhas cabo-verdianas.

Todos os pormenores do acordo ainda não foram divulgados e o contrato ainda não foi publicado no Boletim Oficial.

Olavo Correia disse, na entrevista à Lusa, que existe “um acordo de princípio” e que até final do ano será assinado o contrato com o Estado de Cabo Verde, que passará a deter 49% da companhia.

Além dos voos domésticos, a partir de setembro a Binter CV deverá começar a fazer os voos regionais para Dakar e Bissau.

A Binter Cabo Verde, criada em 202, que tem atualmente como único acionista a empresa Apoyo Y Logistica Industrial Canária, Sociedade Limitada.

O Decreto-Lei  aprovado indica o valor e o número de ações a favor do parceiro estratégico que deverá ficar com 49% do capital social da empresa estatal.

Os restantes 51% vão ser cotados na Bolsa de Valores de Cabo Verde para aquisição de empresários nacionais.

O Presidente da Câmara de Turismo de Cabo Verde Gualberto do Rosário considera que a privatização é boa para Cabo Verde, mas que acontece tarde.

 Foi em Maio último que o governo anunciou a retirada da TACV da linha doméstica, passando a Binter – cujo capital o Estado passou a deter parte – a assumir os voos inter-ilhas a partir de 1 de Agosto. A TACV continuaria a operar apenas nas suas rotas internacionais que incluiu Bissau, Dakar, Lisboa, Paris, Amesterdão, Providence e Fortaleza.

 

Fonte:http://www.dn.pt/lusa/interior/governo-de-cabo-verde-aprova-decreto-para-privatizacao-da-transportadora-aerea-tacv-8683468.html

Quem é Bozoma Saint John?

Gazing at the goodness of God as I read my cover story article in the Sunday style section of the @nytimes on my way to church this Sunday morning... and I feel like testifying! 🙌🏿 Listen here... my journey has had its share of ups and downs, but what I know for certain is that the adage is true-- the Will of God will never take you where the Grace of God can not keep you.  So this morning I give thanks knowing that my steps are divinely ordered... so get out of my way! I'm coming for what is mine! AMEN?? I'm also giving thanks for my 15,000 @uber colleagues who are doing an amazing job of evolving the company and our service. Teamwork makes the dreamwork... AMEN?? Last but certainly not least, I'm thankful for the incredible talent of @sheilaym who has told my story so well (link in bio) #thankfulheart #SundaySermon #blackgirlmagic

Nasceu no Gana, passou pelo Quénia, fixou-se no Colorado com 14 anos, trabalhou marcas como Spike DDB, Ashley Stewart e PepsiCo e chefiou o marketing global da Apple. . Uber.

Bozoma Saint John fotografada na Casa Branca, onde marcou presença no jantar de Natal organizado por Barack Obama

“Tem de estar preparado para queimar-se na própria chama; como é possível renovar-se sem primeiro ficar em cinzas?”, dizia Friedrich Nietzsche. Este é um dos principais mandamentos de vida de Bozoma Saint John, a grande contratação deste Verão. E não, nem tudo se resume ao futebol, ao PSG e ao Real Madrid. Mas também envolve milhões. Com a perspetiva de gerar mais milhões. E não deixa de ser transferência entre grandes: a executiva que trata por tu a elite americana vai trocar o marketing global da Apple pela Uber.

Há uma história publicada pelo The New York Timesque retrata bem essa situação: no ano passado, a primeira chefe de marca da companhia, contratada no passado mês, fez uma viagem entre o Four Seasons de Austin e um restaurante. E começou a meter conversa. “Não me vai acontecer nada neste carro, pois não? Sabe conduzir, certo?”, atirou na brincadeira. Não teve seguimento no tom, mas mereceu resposta – o condutor começou a lamentar-se de um ataque à viatura que tinha sofrido no aeroporto por parte de taxistas e que precisava de dinheiro para levar a viatura à oficina para arranjar os danos que tinham ficado. E para mais uma coisa, admitiu: poupar para comprar bilhetes para o South by Southwest, festival que contaria com a presença do mais recente ídolo do irmão Iggy Pop.

Bozoma, que era então chefe do marketing global do iTunes e da Apple Music, tinha convites para o evento. E melhor: ia jantar nesse dia com Iggy Pop. Vai daí, agarrou no condutor no final da viagem e levou-o consigo até ao restaurante.“Estava toda a gente a perguntar: ‘O que se passa? É o seu companheiro? Não percebo. Quem é este gajo? Foi um momento humano lindo. Andamos todos apressados com as nossas vidas, estava tão preocupada em chegar lá e se não acabássemos por falar nunca teria acontecido esse momento lindo”, contou à publicação, que cita essa história dizendo que foi um dos pontos que convenceu Arianna Huffington, fundadora do The Huffington Post e executiva da Uber, a avançar com a sua contratação para estancar a onda de escândalos em torno da Uber.

Nascida no Gana há 40 anos, a música sempre foi a grande paixão de Boz, como também é conhecida Bozoma Arthur, que mudou o apelido depois do casamento (que entretanto terminou) com Peter Saint John: o pai, a grande inspiração, tocava clarinete e fazia parte do Parlamento ganês entre 1979 e 1981. A família mudou-se em definitivo para Colorado quando tinha 12 anos, depois de já ter passado por Quénia, Connecticut e Washington, tendo estudado etnomusicologia na Universidade de Wesleyan (fez também parte da equipa de atletismo e foi cheerleader). Ficou adiado o curso “original”: medicina.

Começou por trabalhar marcas como a Spike DDB (de Spike Lee) ou Ashley Stewart, onde foi vice-presidente do marketing, antes de ser líder do marketing de entretenimento e música da PepsiCo com grande sucesso durante uma década. Em 2014, muda-se para a Beats Music (por “aposta” de Jimmy Iovine, indo de Nova Iorque para Los Angeles) e torna-se chefe do marketing global da iTunes e da Apple Music, que entretanto comprou a Beats Music. O seu trabalho foi de tal forma reconhecido que passou a figurar em todas as revistas da especialidade como uma das mais carismáticas líderes, que terá agora o maior desafio da carreira.

Mas esta poderia ser apenas uma mera aposta, uma tentativa de melhorar, uma perspetiva de abrir novos horizontes. Mas, enquadrada no contexto, ganha outra dimensão: a Uber atravessa uma crise de imagem pública, no seguimento das acusações de assédio sexual e discriminação de género. Travis Kalanick, fundador da companhia, demitiu-se do cargo de presidente-executivo, depois dademissão do número 2, Jeff Jones.

A festa que deu em janeiro, quando fez 40 anos, convenceu de vez Arianna Huffington. Boz trata a elite por tu, mas num estilo que cativa toda a gente. Sabe o que faz, sabe para onde vai. E tinha o discurso preparado para este novo desafio na Uber. “Para mim não faz sentido abordar essas questões assim porque sei que posso fazer o trabalho – estou qualificada para o cargo, posso fazer um grande trabalho. Ser apresentada como uma mulher negra é suficiente para ajudar algumas das mudanças que pretendo e procuro”, confessou.

http://observador.pt/2017/07/25/nasceu-no-gana-chefiou-o-marketing-da-apple-e-quer-recuperar-a-imagem-da-uber-quem-e-bozoma-saint-john/

Brasileiros pouco viajam para Costa do Marfim , portugueses criam oportunidades de negócios

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A AEP – Associação Empresarial de Portugal anunciou a ida de uma missão  à Costa do Marfim com a participação de representantes dos setores do arroz, bebidas, oleaginosas, construção, cereais e metalomecânica.



A missão estará em Abidjan entre os dias 15 e 19 de julho e “tem como objetivo facilitar às empresas portuguesas contatos com entidades institucionais e empresas locais que permitam compreender as necessidades emergentes e as potencialidades nos vários setores de atividade”, segundo nota divulgada pela AEP.

Esta é a segunda missão da AEP ao país africano. Nos últimos seis anos, a Costa do Marfim regista taxas de crescimento da economia superiores a 7% ao ano.

https://africa21digital.com/2017/07/13/empresarios-portugueses-preparam-missao-costa-do-marfim/

Criada a primeira Sala de Negócios em Luanda

 

Um protocolo de cooperação para a criação da primeira Sala de Negócios foi assinado na quarta-feira, em Luanda, pela Agência para Promoção de Investimento e Exportações de Angola (APIEX) e pela Associação das Indústrias de Bebidas de Angola (AIBA).

APIEX cria mecanismo de promoção das exportações
Fotografia: Dombele Bernardo | Edições Novembro

A Sala de Negócios tem por finalidade servir os empresários nacionais e estrangeiros em matéria de celebração de negócios e realização de reuniões em ambiente comedido, envolvido num “cocktail” angolano, com alimentos e bebidas com a marca nacional.
O presidente da Agência para Promoção de Investimento e Exportações de Angola, Belarmino Van-Dúnem, disse que o Executivo definiu pilares estratégicos para o desenvolvimento do país, que procuram promover as iniciativas do empresariado, no sentido de internacionalizar o comércio e contribuir para o equilíbrio do sistema financeiro angolano.
A Agência para Promoção de Investimento e Exportações de Angola tem por missão promover as exportações e captar o investimento, de formas a tornar robusta a economia nacional. O protocolo rubricado visa divulgar as realizações dos associados.
O presidente da Associação

das Indústrias de Bebidas de Angola, Manuel Sumbula, referiu que assinatura desse protocolo “é de grande valia, porque vem ajudar a produção nacional e a exportação”, tendo em atenção que a sala de negociação está devidamente equipada. Manuel Sumbula garantiu que a Associação das Indústrias de Bebidas de Angola já está a exportar produtos para o estrangeiro, de forma tímida, para países como a África do Sul, Portugal, China, Namíbia, República Democrática do Congo e Congo-Brazzaville, de formas não concertada.
Porém, com esse protocolo pode-se avançar na exportação de marcas nacionais, já definidas em seis categorias: refrigerantes, águas de mesa, sumos néctares, cervejas, vinhos e outras bebidas espirituosas.
A AIBA e associados empregam directamente mais de 14 mil pessoas e mais 45 mil colaboradores.

 

http://jornaldeangola.sapo.ao/economia/investimentos/sala_de_negocios_aberta_em_luanda

Empresários chineses encontram-se com parceiros de língua portuguesa

Encontro-Empresarios-O encontro de empresários chineses e dos países lusófonos realizado em Cabo Verde levou a concretização de 10 protocolos assinados entre várias empresas e organizações da China e dos países de língua portuguesa.

A China é um dos mais importantes parceiros dos países de língua portuguesa, tendo as trocas comerciais entre os dois blocos atingido os 100 bilhões de dólares em 2016 (cerca de 90 bilhões de euros), segundo dados apresentados no encontro.

O investimento das empresas chinesas nos países lusófonos ascendia a 50 bilhões de dólares (cerca de 40 bilhões de euros), enquanto as empreitadas chinesas nesses países atingiam os 90 bilhões de dólares (cerca de 80 milhões de euros).
Os protocolos assinados preveem o fortalecimento do intercâmbio com a China de Angola e Cabo Verde, a representação do café de Cabo Verde na China, o planeamento, construção e gestão de um hospital privado na cidade da Praia e a criação de uma aliança de serviços jurídicos, entre outros.

Encontro-Empresarios-1

A presidente da Cabo Verde Trade Invest destacou também os encontros bilaterais e os vários contactos recebidos durante o encontro no sentido da abertura de empresas em Cabo Verde para dar tradução prática aos protocolos assinados.

“Senti que há um interesse enorme por Cabo Verde. Este é um passo enorme e a partir daqui vamos seguir em frente juntos”, disse.

Encontro-Empresarios

Mais de 400 representantes de organismos institucionais e empresas da China e dos países lusófonos participaram no Encontro de Empresários para a Cooperação Econômica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa

Da reunião saiu a decisão de que Portugal será o país anfitrião do próximo encontro, que deverá decorrer em Lisboa, no próximo ano.

Esta será a terceira vez que Portugal acolherá o encontro, que no ano passado se realizou na Guiné-Bissau com a participação de mais de 30 empresas portuguesas.

O encontro foi realizado em parceria pela Cabo Verde Trade Invest e pelas agências de investimento da China, Macau e países lusófonos.

Empresários brasileiros em Angola se movimentam diante da crise

A Associação de Empresários e Executivos Brasileiros em Angola (Aebran) continua apostada no fortalecimento das relações empresariais entre Angola e Brasil, com vista ao desenvolvimento dos dois países, face ao atual contexto econômico.

Arlete Holmes Presidente de Associação
Fotografia: Maria Augusta | Edições Novembro

A afirmação é da presidente dessa associação, Arlete Holmes, que discursou na segunda edição do Happy Hour AEBRAN 2017, realizada durante esta semana, onde foi promovida uma palestra sobre a “importância do associativismo”. Arlete Holmes referiu que pretende-se igualmente estreitar as relações comerciais e culturais, os laços de amizade entre os dois países e apoiar os empresários brasileiros em Angola.
O Happy Hour é uma oportunidade empresarial para a troca de experiências e contactos fora do ambiente corporativo, abraçado por profissionais de diversas áreas, com vista a ativar os radares para novos negócios.
A palestra foi proferida pela docente universitária, Helena Prata, que referiu que o associativismo moderno é um fenômeno relativamente recente em Angola e que tem avanços e recuos em diferentes épocas, associados a períodos históricos que marcaram transformações sociais, econômicas e políticas mais significativas na sociedade angolana.
“Apesar do seu ainda incipiente desenvolvimento no ordenamento jurídico angolano, o associativismo pode afigurar-se como um pólo muito forte de desenvolvimento”, disse Helena Prata.
Fundada em 2003 a Aebran tem por objectivo impulsionar as políticas das empresas brasileiras que actuam em Angola, colaborando nas estratégias de investimento e no desenvolvimento socioeconómico do país.

Quem é Arlete Holmes?

 

Arlete Holmes Lins  – Sócia fundadora e Diretora Geral da Climed Serviços de Saúde, empresa de direito angolano registrada e em atividade desde março de 1993. Reside em Angola desde janeiro de 1985, licenciada em Administração de Empresas, cursou Ciências Sociais e especialista em Gestão de Empresas pela FGV/Rio. Participa do Conselho Cidadão ligado à Embaixada do Brasil em Angola, colabora com a Aebran desde sua fundação (2003), ocupou o cargo de Secretária Geral na diretoria executiva anterior (2012-2014) e nesta gestão(2017-2018) é a presidenta

 

Associação de Empresários e Executivos Brasileiros em Angola (Aebran)

A AEBRAN foi criada em 2003, decorrente do clima de aproximação que existia entre a comunidade empresarial brasileira e a Embaixada do Brasil em Luanda. O catalisador desse movimento foi uma feliz sugestão emitida pelo então Ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, em reunião realizada com representantes desta comunidade, durante uma visita precursora da primeira visita do Presidente Luis Inácio da Silva à Angola, realizada naquele mesmo ano.

A aprovação dos estatutos originais da associação e nomeação da Comissão Instaladora ocorreram em 11 de julho de 2003 e a publicação do mesmo no Diário da República de Angola ocorreu a 19 de agosto de 2003, sendo esta considerada a data de criação da organização.

Tendo como base o intercâmbio económico, social e cultural entre os dois países lusófonos, a AEBRAN possui mais de 50 empresas associadas, que actuam nas áreas da construção civil, mineração, venda de veículos, medicamentos, agro-indústria, agropecuária, comunicações, navegação, petróleo, propaganda e marketing. Entre este leque de negócios promissores, a AEBRAN prima pela estratégia de fortalecer a união entre o Brasil e Angola, estreitando os laços de cooperação e amizade.

Esta aproximação se dá através de eventos organizados pela AEBRAN no âmbito econômico, como os Fóruns de Debates, Encontro com Notáveis, participação em feiras comerciais e encontros com missões empresariais brasileiras em visita a Angola; em eventos culturais, como organização de shows de música brasileira; como também no setor social, o que inclui distribuição alimentos não perecíveis para entidades carentes. Entre tantos eventos, a AEBRAN se destaca por ficar á frente da Semana do Brasil, marca exclusiva da Associação que visa mostrar a diversidade cultural e étnica da nação brasileira e suas manifestações, despertando e fortalecendo as raízes comuns entre os povos angolano e brasileiro.

A AEBRAN foi criada em 2003, decorrente do clima de aproximação que existia entre a comunidade empresarial brasileira e a Embaixada do Brasil em Luanda. O catalisador desse movimento foi uma feliz sugestão emitida pelo então Ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, em reunião realizada com representantes desta comunidade, durante uma visita precursora da primeira visita do Presidente Luis Inácio da Silva à Angola, realizada naquele mesmo ano.

A aprovação dos estatutos originais da associação e nomeação da Comissão Instaladora ocorreram em 11 de julho de 2003 e a publicação do mesmo no Diário da República de Angola ocorreu a 19 de agosto de 2003, sendo esta considerada a data de criação da organização.

Tendo como base o intercâmbio económico, social e cultural entre os dois países lusófonos, a AEBRAN possui mais de 50 empresas associadas, que actuam nas áreas da construção civil, mineração, venda de veículos, medicamentos, agro-indústria, agropecuária, comunicações, navegação, petróleo, propaganda e marketing. Entre este leque de negócios promissores, a AEBRAN prima pela estratégia de fortalecer a união entre o Brasil e Angola, estreitando os laços de cooperação e amizade.

Esta aproximação se dá através de eventos organizados pela AEBRAN no âmbito econômico, como os Fóruns de Debates, Encontro com Notáveis, participação em feiras comerciais e encontros com missões empresariais brasileiras em visita a Angola; em eventos culturais, como organização de shows de música brasileira; como também no setor social, o que inclui distribuição alimentos não perecíveis para entidades carentes. Entre tantos eventos, a AEBRAN se destaca por ficar á frente da Semana do Brasil, marca exclusiva da Associação que visa mostrar a diversidade cultural e étnica da nação brasileira e suas manifestações, despertando e fortalecendo as raízes comuns entre os povos angolano e brasileiro.

Empresas de Angola discutem crédito de dois milhões de dólares com Israel

forum empressarial com israel

 

Israel tem disponíveis dois milhões de dólares (mais de 300 milhões de kwanzas) para ajudar empresas angolanas a elevarem as trocas bilaterais, anunciou ontem, em Luanda, o embaixador daquele país.

 

Israel acredita no potencial existente em Angola e promete financiar projectos nos vários sectores da vida económica para realizar negócios

 

Oren Rosemblat disse no I fórum empresarial Angola-Israel que, apesar da baixa do preço do petróleo – que afetou em grande medida a economia angolana -, Israel considera haver em Angola oportunidades de negócio, pelo que “Israel vai ajudar a financiar e os bancos vão dar créditos para que os negócios se efectivem.”

Quinze dos sectores de serviços: energia, agricultura, defesa, segurança militar e social, imigração e comércio participam no encontro que encerra amanhã, inspirado pela declaração do embaixador que afirmou que se “os dois países têm boas relações, temos a obrigação de levá-los a fazer bons negócios.”
O fórum, promovido pela Câmara de Comércio Angola-Israel (CCAI) visa uma troca de experiências para elevar os níveis de conhecimento mútuo entre empresas dos dois países e assinar contratos de parceria.
O presidente da CCIA, Haim Taib, disse que o órgão tem como objectivo “construir pontes” entre os empresários e instituições empresariais dos dois países e constitui uma plataforma de promoção e desenvolvimento de relações comerciais bilaterais, através de missões empresariais e de entidades oficiais.
“A CCAI tem como prioridade o estreitamento de laços empresariais entre os dois Estados, a promoção de cooperação bilateral, a promoção das relações empresariais entre os dois países e a apresentação de áreas de interesse”, disse. Os últimos dados disponíveis, de 2014, indicam que o volume de negócios israelitas em Angola se cifrou em 64 milhões de dólares (cerca de 11 mil milhões de kwanzas), absorvidos pelos sectores de maquinaria, metais, transportes, plásticos e borracha, instrumentos, têxteis, vegetais, produtos alimentares e químicos.
O embaixador de Angola em Israel, Francisco dos Santos, afirmou que Angola está aberta para cooperar com empresas estrangeiras de vários países e que o fórum é uma oportunidade para criar parcerias, principalmente para a transferência de conhecimento. “A presença do CCAI vai impulsionar as relações já existentes nas diversas áreas e aumentar o volume de comércio entre os dois países”, sublinhou.
José Alentejo, do secretariado geral da CCAI, disse à delegação israelita que Angola é um bom destino para investir e que o mercado oferece oportunidades às empresas sediadas no país, para expandirem os seus negócios na região da Comunidade de Desenvolvimento dos Países da África Austral (SADC), um mercado com mais de 200 milhões de consumidores.
São razões para investir em Angola, continuou José Alentejo, o facto de ser o sétimo maior território de África, o quinto maior produtor mundial de diamantes, o segundo maior produtor de petróleo e gás do continente e ter acesso a 12 por cento dos lençóis aquáticos africanos nos principais rios: Kwanza, Zaire, Cunene e Cubango.
Angola é rica em fauna e flora, tem a segunda maior floresta do mundo, o Maiombe, e tem os 25 principais minérios, tais como diamantes, ferro, ouro, fosfato, manganês, cobre, chumbo, zinco, volfrâmio, tungsténio, titânio, crómio, mármore, granito e urânio, microclimas diversos além da estabilidade política e económica desde 2002.

José Alentejo acrescentou que Angola tem, no âmbito da estratégia da diversificação da economia, o Plano Nacional de Desenvolvimento PND 2013/ 2017, no qual são inventariados 390 projectos estruturantes para o desenvolvimento industrial.
A delegação israelita é liderada pelo ex-vice-primeiro ministro de Israel, Silvano Shalom, e integra potenciais parceiros interessados em partilhar conhecimentos e recursos tecnológicos.

A Câmara de Comércio Angola-Israel foi criada há um ano e tem 44 membros registados. O fórum aborda temas ligados às “Oportunidades de negócio em Angola”, “Investir em Angola” e “Áreas privilegiadas para o investimento em Angola”.

http://jornaldeangola.sapo.ao/economia/governo_de_israel_anuncia_financiamento