Estudantes da Unilab defendem a democracia e a liberdade do Lula

 

 

Estudantes se reuniram em frente a Unilab para um ato em defesa da democracia e do ex-presidente, que criou a universidade em 2010.

Alunos da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), no Ceará, se mobilizou na tarde desta sexta-feira (06) para defender Lula, o criador da instituição de ensino.

Com uma proposta avança de ensino e uma constante troca cultural, a Unilab faz a conexão entre o Brasil e os países africanos a partir do intercâmbio entre alunos.

Hoje, a universidade tem cerca de 3,3 mil estudantes, graças ao ex-presidente Lula. O alunos são de 6 nacionalidades, além do Brasil como: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor Leste que são falantes da língua oficial portuguesa.

Veja abaixo as fotos do ato em defesa da democracia e de Lula:

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UNILAB abriu um curso sobre a língua crioulo da Guiné Bissau

626cb65e-20a1-43aa-9339-17e20dd9766dO Crioulo da Guiné-Bissau em Português, Kriol (crioulo), é uma língua franca de 60% da população da Guiné-Bissau, sendo falado de uma forma diferente em Cabo-Verde. 160 mil pessoas usam crioulo como primeira língua na Guiné Bissau e mais 600 mil como segunda língua, enquanto que cerca de 13% da população fala português.
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A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) abriu inscrições para um curso do crioulo da Guiné-Bissau, que será ministrado como uma extensão na universidade.20170711-unilab-repudio-ao-corte-da-assistencia-para

O curso faz parte do projeto “Extensão Ensino-aprendizado de línguas crioulas de base portuguesa: o guineense” e será destinado a alunos, funcionários e a comunidade externa à Unilab.

Estudante de Guiné Bissau é estuprada por aluno em Acarape , no Ceará

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Os jovens são alunos da Unilab. Suspeito teve a prisão relaxada, e a vítima está sob acompanhamento

Mais uma estudante universitária foi estuprada no Ceará. No último sábado (18), uma estudante de 25 anos, da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), foi violentada por outro estudante do mesmo país, em Acarape, a 54 quilômetros de Fortaleza.

De acordo com a polícia, um homem de 22 anos foi identificado como sendo o suspeito da autoria do crime. Ele foi preso e autuado em flagrante, mas teve a prisão relaxada pelo Poder Judiciário.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que o caso é investigado pela Delegacia Municipal de Redenção e acompanhado por um promotor do Ministério Público. Além disso, informou que “a vítima recebeu o devido atendimento médico e está sendo assistida por psicólogos”.

A SSPDS comunicou que “outras informações não podem ser repassadas para não comprometer o andamento das investigações”. O Tribuna do Ceará entrou em contato com a delegacia do município, mas até a publicação as ligações não foram atendidas.

Em nota divulgada à imprensa nesta quarta-feira (22), a Unilab informou que tomou conhecimento do caso e que já está dando todo o apoio social e psicológico à vítima. “Mesmo o episódio tendo acontecido em espaço externo à universidade, a instituição procurou, desde o primeiro momento, inteirar-se do fato e dar o apoio social e psicológico necessário aos estudantes envolvidos”.

A instituição ainda informou que, na segunda-feira (20), a equipe da Coordenação de Políticas Estudantis/Propae prestou auxílio com assistente social e psicóloga, bem como atuou na articulação com a rede de atendimento social do município e com a Coordenadoria de Políticas para as Mulheres do Estado do Ceará.

“A equipe da Propae fez contato com o estudante acusado da agressão, no intuito de colocar à disposição suporte social e psicológico, e este informou que consultará seu advogado de defesa a respeito”, disse parte da nota.

Ainda de acordo com a Unilab, pelo fato de ambos serem estrangeiros, a instituição também acompanhou o caso desde o início e o pró-reitor da universidade esteve na delegacia para pegar informações sobre o caso e compor o relatório que será enviado à Reitoria e à embaixada.

“A questão já está judicializada e a Unilab acompanha o desenrolar do processo. Embora não seja da competência da universidade o que se refere ao aspecto judicial e policial, principalmente porque o fato não ocorreu em ambiente e contexto institucionais, estamos dando o suporte possível”, concluiu a nota.

Recorrência

Casos de violação sexual têm sido registrados com frequência no Ceará. Há uma semana, um homem, identificado como José Carlos Damaceno, de cerca de 35 anos, foi preso após tentar estuprar uma estudante dentro do campus do Porangabuçu, da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Após assaltar a jovem e o namorado, o rapaz teria voltado para cometer o crime. No entanto, durante a tentativa, pessoas que transitavam próximo ao local identificaram o suspeito e conseguiram impedir que o homem continuasse com a ação.

Estudante de Guiné Bissau é estuprada por aluno estrangeiro em Acarape