Violação de direitos humanos na Zâmbia é denunciado por cristãos

0000000000Alarmados por uma deterioração rápida dos direitos humanos e do clima político na Zâmbia, as três principais Igrejas cristãs, conhecidas na Zâmbia como as “três Igrejas Mãe”, publicaram nesta sexta-feira (16/06) uma duríssima declaração pública, numa conferência de imprensa, criticando a liderança do presidente zambiano Edgar Lungu. Os líderes da Igreja na Zâmbia pediram a libertação imediata do principal líder político da oposição da Zâmbia, Hakainde Hichilema (popularmente conhecido por HH) que o presidente Lungu lançou numa prisão de máxima segurança máxima, mesmo antes do julgamento por uma alegada acusação de traição.

 

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Os três Organismos-mãe da Igreja na Zâmbia compreendem a Conferência dos Bispos Católicos da Zâmbia (ZCCB); a Comunidade Evangélica da Zâmbia (EFZ) que representa as Igrejas Carismáticas e Pentecostais, bem como o Conselho das Igrejas na Zâmbia (CCZ). CCZ é o ‘corpo guarda-chuva’ para as Igrejas Protestantes e as organizações relacionadas com a Igreja que tradicionalmente também são membros do Conselho Mundial das Igrejas (CMI).

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A declaração dos líderes da Igreja é um severo ataque ao Presidente Lungu e demonstra uma clara manifestação de solidariedade que recentemente não se via entre os líderes da Igreja na Zâmbia. Ela também ressalta a frustração com o presidente da Zâmbia e o estilo vingador da liderança de Edgar Lungu.

 

“Sim, nós na Liderança da Igreja não estamos arrependidos, a Zâmbia eminentemente se qualifica para ser marcada como uma ditadura. O facto é que apenas uma liderança que não tem a vontade do povo ao seu lado ou pensa que não tem a vontade do povo do seu lado usa as instituições do Estado para suprimir a mesma vontade do povo”, disseram os Líderes da Igreja. Em síntese, eles estavam a apoiar uma declaração anterior dos Bispos católicos zambianos que chamavam o presidente Lungu como um ditador. A Zâmbia tem sido conhecida no passado como uma democracia relativamente pacífica e estável.
Não há muito amor perdido entre o presidente Lungu e o líder do principal partido da oposição UPND, Hichilema. Quando este último não cedeu prioridade à comitiva do presidente em abril deste ano, Lungu desencadeou toda a força da maquinaria estatal da Zâmbia contra Hichilema. E desde então ele aprisionou o líder da oposição acusando-o de traição. É um crime que acarreta uma sentença de morte. Amnesty International diz que as acusações de traição contra o presidente da UPND na oposição, Hichilema, têm a finalidade de perturbar, intimidar e dissuadi-lo de fazer o seu trabalho político.

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A declaração conjunta apresentada aos órgãos de informação, e emitida pelos líderes da Igreja é assinada pelo Arcebispo de Lusaka e Presidente da Conferência dos Bispos Católicos da Zâmbia (ZCCB), Telesphore Mpundu(foto acima); o Presidente do Conselho das Igrejas na Zâmbia (CCZ), o Bispo Alfred Kalembo; e o Presidente da Comunidade Evangélica da Zâmbia, o Bispo Paul Mususu. O arcebispo Mpundu informou aos órgãos da comunicação que todos os esforços para a diplomacia dos bastidores falharam quando o presidente Lungu recusou-se a receber os clérigos.
Na declaração dos líderes da Igreja, o Serviço da Polícia da Zâmbia é destacado pela sua falta de profissionalismo e pela brutalidade.

 

“A acusação do Serviço da Polícia como não profissional não foi inventada pelos três Organismos-Mãe da Igreja; encontra-se em preto e branco no julgamento do Magistrado Greenwell Malumani, que nos diz que a conduta da Polícia neste caso não estava em conformidade com a lei e a ética Profissional da Polícia! Citando o bem formado juiz, o episódio “expôs a incompetência da Polícia, a falta de profissionalismo e o comportamento criminoso na maneira como geriram a prisão de Hakainde Hichilema”, lê-se na declaração.

 

Os líderes da Igreja criticam ainda a diminuição das liberdades na Zâmbia: uma crescente cultura de intimidação por parte dos agentes estatais; o piorar da situação dos direitos humanos e, em particular, a erosão da liberdade de imprensa. Papa apoiar as suas afirmações, eles dão como um exemplo o fechamento do jornal independente líder na Zâmbia, ‘The Post’. Eles pediram ao governo do presidente Lungu para iniciar o diálogo nacional como uma saída para o impasse político.

Como era de prever, os apoiantes do presidente Lungu contactaram os meios da comunicação social para desabafar a sua ira contra os líderes da Igreja, embora a maioria dos cidadãos tenha ficado aliviada por ver que a Igreja estava a assumir uma forte posição moral contra a injustiça e o estilo autoritário do governo do presidente Lungu. (BS)

Fonte: http://pt.radiovaticana.va/news/2017/06/20/z%C3%A2mbia_duro_ataque_das_igrejas_ao_presidente_edgar_lungu/1320281

Brasileiros e o drama dos refugiados moçambicanos

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O drama dos refugiados moçambicanos levou milhares de pessoas a terem a sua vida transformada para a miséria no Malawi. Crianças sem escola, doenças , exploração do trabalho são marcas que os acompanharão ao longo da vida. Que olhar o Governo moçambicano dará para estas famílias que só querem a paz?

Para nós brasileiros fica difícil imaginar a vida dos refugiados moçambicanos,  uma realidade distante. A noticia que registramos dá uma ideia do sofrimento a quem foram submetidos crianças, mulheres, idosos e pessoas deficientes. Da região de onde as pessoas fugiram o Brasil está presente na exploração do  carvão por meio da empresa brasileira Vale.

Onze milhões de toneladas por ano: é a capacidade instalada atualmente de produção de carvão da mina de Moatize, na província de Tete. Para melhor responder à demanda de processamento de carvão, a Vale investiu na construção da maior central de enriquecimento de carvão do país. A Mina Carvão Moatize produziu em 2013 cerca de 4 milhões de toneladas de carvão

Para aumentar a capacidade de produção de carvão da mina para 22 milhões de toneladas anuais, que representa a sua capacidade máxima, há um investimento na Expansão da mina de Moatize.

Nesta região da mina de Moatize é que ocorreram conflitos com a fuga de milhares de refugiados. A exigência da Renamo (partido de oposição) de governar nas seis províncias do centro e norte de Moçambique, onde o partido reivindicou vitória nas eleições gerais de 2014, e a consequente recusa do Governo constituíram a principal razão do renascer do conflito armado no país, que opôs as duas partes, até Dezembro de 2016.

Milhares de moçambicanos refugiados ao longo de vários meses no Malawi para escapar às hostilidades militares no conflito entre o Governo e a Renamo, viram agravar a sua pobreza, à semelhança de outros milhares de deslocados internos, acusados de favorecer as forças beligerantes.

mocambiquemoatizeHomens, mulheres e crianças no distrito de Moatize, na província de Tete, no centro do país, regressam hoje sem o mínimo de condições para se reerguerem.

“Foram meses tristes no Malawi. Assistir crianças a mendigar por uma mandioca ou batata, que tinham fartos em casa, ver homens e mulheres a trabalharem duro para conseguir um copo de farinha, foi duro”, disse Fatima Niquisse, de 45 anos, nesta terça-feira, 20, quando se celebra o Dia Mundial dos Refugiados.

“O mais triste foi a perseguição contra inocentes políticos. Nós fugimos e foi o nosso enterro econômico. Pessoas ficaram mais pobres, outras apanhavam lixo, como se não fossem seres humanos devido à fome, até que pequenos apoios começaram a vir do ACNUR. Foi doloroso”, relatou à VOA, Waisson Rogério.

À espera da paz definitiva

O Governo de Tete estima que mais de seis mil refugiados moçambicanos que se encontravam no Malawi regressaram ao país até início de Junho, mas centenas deles estão ainda instalados nas sedes da localidade, enquanto aguardam por um acordo definitivo de paz.

“Foi pela segunda vez que me refugiei ao Malawi. Na guerra dos 16 anos fugi para o Malawi e nos finais de 2015 repeti, devido ao conflito. Lá a vida era uma lástima, e agora em casa o cenário é pior, vai demorar para voltar ao normal”, frisou Lídia José, avançada em idade.

Enquanto os refugiados tentam refazer a sua vida, os deslocados em sete distritos das províncias de Manica e Sofala, que estavam abrigados em centros de deslocados – extinguidos pelo Governo em Maio -, passam fome extrema, recorrendo a ervas e ratos para aliviar a fome, admitindo que ficaram mais pobres com o conflito.

Fome

“Há fome. Viver como deslocado foi a pior experiência do conflito porque apesar de pequenas ajudas o tratamento muitas vezes é desumano, pois falta quase tudo e sem onde recorrer”, declarou Fátima Mateus, sustentando que recorreu a trabalhos domésticos para escapar à fome.

Lembrando a fartura antes do conflito, Ester Paulino, outra deslocada, admite que se tornou três vezes mais pobre e sustenta que a convivência em campos de deslocados era “desastrosacom experiências “muito prejudiciais, sobretudo para mulheres e crianças”.

 

https://www.voaportugues.com/a/dificil-recomeco-refugiados-mocambicanos-regresso-casa/3907895.html

Padres fogem do conflito na Republica Democrática do Congo

 

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Dezenas de templos católicos em dioceses congolesas da região do Kasai foram destruídas pelas milícias de Kamwina Nsapu e vários padres tiveram mesmo de fugir para escapar à decapitação, três dos quais chegaram a pé a Angola.

Os três padres são, desde maio, refugiados em Angola e foram acolhidos pela diocese do Dundo, na província da Lunda Norte, integrando uma vaga que já ultrapassa as 30.000 pessoas que deixaram a República Democrática do Congo (RDCongo) para literalmente escapar à morte.

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Crispin Mfuamba, de 47 anos, e ordenado padre na diocese de Luebo em 2001, tinha a seu cargo a paróquia de Saint Gabriel, na localidade de Kamako, com 2.300 fiéis, mas a chegada das milícias, em abril, precipitou a fuga.

Foram 12 quilómetros a pé, pela mata, como tantos outros, até chegar a Angola.

A minha igreja, e tudo o que havia na paróquia, foi queimado pelas milícias de Kamwina Nsapu. Ameaçaram-me com catanas e por isso tive de fugir”, apontou o padre Crispin Mfuamba, em conversa com a Lusa.

République-démocratique-du-Congo-Action-de-Carême-dénonce-le-conflit-sanglant-au-Kasaï-Photo-Action-de-Carême-1.jpgA violência provocada por aquelas milícias é dirigida às forças de segurança e funcionários do Estado, como forma de contestar o Governo de Kinshasa. Numa onda crescente de violência, estes padres relatam que bastava ser apanhado com um número de um agente da polícia “guardado no telemóvel” para ser decapitado.

Além disso, a perseguição dos homens de Kamwina Nsapu alargou-se à igreja católica por esta ter mediado o conflito entre o Governo de Joseph Kabila e a oposição, que terminou em dezembro com um acordo para a realização de eleições.

As milícias dizem que a Igreja está ao lado de Kabila e começaram a perseguir-nos, aos padres”, explica o padre, ainda emocionado com a morte que diz ter visto na província do Kasai, até chegar a Angola. “Não falo com a minha mãe há três meses, não sei como está a minha família”, desabafa.

Em declarações à agência Lusa, o bispo do Dundo, Estanislau Tchidekasse, confirmou o apoio que está a ser dado pela diocese aos três padres, encontrados nos centros de acolhimento. “Mas estamos a ajudar a todos os refugiados, não fazemos distinções”, assegura. Ainda assim, refere o bispo, o caso foi tratado inicialmente com alguma prudência, até confirmar a situação junto das autoridades eclesiásticas congolesas vizinhas.

“Eles vinham traumatizados. Só na diocese de Luiza, de 48 paróquias, 26 tinham sido destruídas e saqueadas”, explicou o bispo Estanislau Tchidekasse.

Também a viver na diocese do Dundo está agora o padre Louis Ngueji, de 36 anos, que antes estava com a paróquia de Mubinza, na diocese de Luiza, no Kasai Central. Ordenado padre em 2010, liderava, juntamente com outro pároco, uma paróquia com 8.000 fiéis, de 24 aldeias.

Tudo o que era da igreja na paróquia ficou reduzido a escombros, começando depois a perseguição. Primeiro a pé, depois de mota e por último de carro, o padre Ngueji levou uma semana para percorrer os 300 quilómetros até chegar ao Dundo, a 12 de abril.

“O que me tocou mais foi estar a ser procurado para ser decapitado”, contou o padre, emocionado ao recordar as pessoas conhecidas que foram mortas, à catanada, pelas milícias. “Só porque me conheciam”, atira.

Além disso, o padre Ngueji passou a ser procurado pelas milícias por ter contactado as autoridades, afirma, para pedir auxílio. “Eu, como responsável por um grupo tão grande pessoas, não podia ficar sem fazer nada e pedi ajuda às autoridades, sim”, recorda.

Falou há três semanas, pela última vez, com familiares, no Kasai, e o relato é de casas e igrejas destruídas, pessoas feridas e várias decapitações. “Além do que vi quando tive de fugir, estou muito preocupado com quem ficou e ainda está vivo”, diz.

Juntamente com outro padre local, o pároco Paulin Muanzembe, de 42 anos e ordenado em 2003, conduzia a paróquia de Kabelekese, também na diocese de Luiza, mas teve de deixar tudo para trás em poucas horas.

Ao ser perseguido pelas milícias, no meio de uma onda de violência e descontrolo total, partiu para Angola com a roupa que tinha no corpo, num percurso pela mata, a pé e de mota, de 220 quilómetros.

Levou um mês até chegar ao Dundo, a 11 de maio, com um relato de tragédia do outro lado da fronteira.

As milícias chegaram e queimaram tudo o que havia na paróquia. Não sei porque o fazem, dizem que é por causa da mediação dos padres no acordo de dezembro e por isso dizem que somos traidores”, conta.

Confessa que está em Angola sem nada, nem qualquer sítio para voltar no Kasai, ou tão pouco recebeu qualquer informação dos familiares, que estão “espalhados pelas matas”.

“Nunca pensei que uma coisa destas pudesse acontecer. Estou muito afetado, ainda não estou bem consciente do que está acontecer”, desabafa.

Por enquanto, os três padres congoleses fazem um culto semanal, aos domingos, nos dois centros temporários de refugiados instalados no Dundo, onde estão cerca de 30.000 pessoas. “Para consolar e ouvir os nossos irmãos. Estão a sofrer muito, a passar por uma situação crítica”, explica o padre Muanzembe.

Um regresso à RDCongo, em função do restabelecimento da autoridade do Estado e da segurança, é encarado pelos três da mesma forma: “É o nosso país, são os nossos paroquianos. É claro que queremos voltar”.

http://observador.pt/2017/06/17/padres-congoleses-chegam-a-pe-a-angola-para-escapar-a-decapitacao/

Diamantes no fundo do mar ada Namíbia

diamantes no fundo marDiamantes valiosos estão no fundo do Oceano Atlântico, ao largo da costa da Namíbia,empresas de mineração estão apostando que há muitos mais para serem descobertos.

A maior produtora de diamantes do mundo investiu US$ 157 milhões em um navio de exploração com tecnologia de ponta que vasculhará 6.000 quilômetros quadrados de leito oceânico em busca de gemas, uma área cerca de 65 por cento maior que Long Island. A unidade da empresa Anglo American executa trabalhos de mineração na região em uma joint venture dividida em partes iguais com o governo da Namíbia.

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O navio examinará e fará testes no fundo do mar para identificar as áreas mais rentáveis para os barcos da De Beers que sugam diamantes, posteriormente transportados de helicóptero para terra. A estratégia ajudará a companhia a manter uma produção anual de pelo menos 1,2 milhão de quilates pelos próximos 20 anos, disse o CEO Bruce Cleaver em entrevista.

Essas pedras são “muito importantes para nossa oferta global e para nossos clientes que buscam diamantes de valores mais altos”, disse Cleaver.

Os diamantes da Namíbia, carregados pelo Rio Orange, na África do Sul, durante milhões de anos e depositados no oceano, são fundamentais para a De Beers devido à sua alta qualidade. Embora não sejam as maiores, as gemas têm poucas falhas após serem separadas de pedras maiores em seu caminho até o leito oceânico. Apenas as pedras fortes e de boa qualidade sobrevivem, disse Cleaver.

A unidade da De Beers na Namíbia vendeu seus diamantes por US$ 528 o quilate no ano passado, valor muito superior à média de US$ 187 cobrada pelas pedras da empresa como um todo, e representa cerca de 13 por cento do lucro total da companhia.

http://www.jornalfloripa.com.br/mundo/noticia.php?id=36714128

Empresários chineses encontram-se com parceiros de língua portuguesa

Encontro-Empresarios-O encontro de empresários chineses e dos países lusófonos realizado em Cabo Verde levou a concretização de 10 protocolos assinados entre várias empresas e organizações da China e dos países de língua portuguesa.

A China é um dos mais importantes parceiros dos países de língua portuguesa, tendo as trocas comerciais entre os dois blocos atingido os 100 bilhões de dólares em 2016 (cerca de 90 bilhões de euros), segundo dados apresentados no encontro.

O investimento das empresas chinesas nos países lusófonos ascendia a 50 bilhões de dólares (cerca de 40 bilhões de euros), enquanto as empreitadas chinesas nesses países atingiam os 90 bilhões de dólares (cerca de 80 milhões de euros).
Os protocolos assinados preveem o fortalecimento do intercâmbio com a China de Angola e Cabo Verde, a representação do café de Cabo Verde na China, o planeamento, construção e gestão de um hospital privado na cidade da Praia e a criação de uma aliança de serviços jurídicos, entre outros.

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A presidente da Cabo Verde Trade Invest destacou também os encontros bilaterais e os vários contactos recebidos durante o encontro no sentido da abertura de empresas em Cabo Verde para dar tradução prática aos protocolos assinados.

“Senti que há um interesse enorme por Cabo Verde. Este é um passo enorme e a partir daqui vamos seguir em frente juntos”, disse.

Encontro-Empresarios

Mais de 400 representantes de organismos institucionais e empresas da China e dos países lusófonos participaram no Encontro de Empresários para a Cooperação Econômica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa

Da reunião saiu a decisão de que Portugal será o país anfitrião do próximo encontro, que deverá decorrer em Lisboa, no próximo ano.

Esta será a terceira vez que Portugal acolherá o encontro, que no ano passado se realizou na Guiné-Bissau com a participação de mais de 30 empresas portuguesas.

O encontro foi realizado em parceria pela Cabo Verde Trade Invest e pelas agências de investimento da China, Macau e países lusófonos.