Estudantes da Unilab defendem a democracia e a liberdade do Lula

 

 

Estudantes se reuniram em frente a Unilab para um ato em defesa da democracia e do ex-presidente, que criou a universidade em 2010.

Alunos da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), no Ceará, se mobilizou na tarde desta sexta-feira (06) para defender Lula, o criador da instituição de ensino.

Com uma proposta avança de ensino e uma constante troca cultural, a Unilab faz a conexão entre o Brasil e os países africanos a partir do intercâmbio entre alunos.

Hoje, a universidade tem cerca de 3,3 mil estudantes, graças ao ex-presidente Lula. O alunos são de 6 nacionalidades, além do Brasil como: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor Leste que são falantes da língua oficial portuguesa.

Veja abaixo as fotos do ato em defesa da democracia e de Lula:

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A morte de Fidel Castro não deve entristecer o mundo

pintoabreu

Moçambicano António Pinto de Abreu, Presidente do Conselho de Administração das Linhas Aéreas de Moçambique,  foi estudar para Cuba nos anos 70, e as suas vivências naquele país marcam-lhe até hoje, razão pela qual, sente pela morte do revolucionário cubano. Mas o sentimento é de alegria, pelo líder que Fidel Castro foi.

“É verdade que a morte de um ser humano traz-nos um choque. Mas no caso de Fidel, eu acho que deveríamos transcender o sentimento de tristeza pela sua partida e passarmos para sentimentos de alegria por um ser humano que esteve na humanidade de forma muito especial, de forma muito diferente de muitos outros seres humanos. Ele cumpriu sua missão”, disse.

O antigo estudante de Cuba lembra com muito carinho os momentos que viveu naquele país da América central. Partilhou fotos que fez em Cuba e realçou a necessidade de valorizar o legado de Fidel Castro, líder que apoiou Moçambique e vários outros países africanos na formação de quadros. Diz, ainda, que Cuba inspira hospitalidade até os dias que correm pelo facto de Fidel ter sido quem foi.

“Quando chegamos à Cuba, fomos tratados, pelos nossos vizinhos de escolas cubanas, com muio carinho. Eles queriam dar a nós, vindos de fora, condições de vida, de estudo, de prática de desporto, melhor do que as condições que eles tinham”.

Pinto de Abreu foi estudar para Cuba em 1977, acompanhado de outros 1199 moçambicanos, no âmbito de um acordo havido entre Fidel Castro e o primeiro Presidente de Moçambique, Samora Machel. Fidel Castro recebeu também estudantes oriundos de Angola e outros países, para além de ter construído escolas na Tanzânia.

http://opais.sapo.mz/index.php/internacional/56-internacional/42553-pinto-de-abreu-considera-que-morte-de-fidel-castro-nao-deve-entristecer-o-mundo.html